MANUAL SOPEP

 Em construção

MANUAL SOPEP


O PLANO DE APROVAÇÃO


NOME DO NAVIO: F/B MAR D’CANALCÓDIGO DE CHAMADA: D4ESNº IMO: 7022708PORTO DE REGISTO:  SÃO VICENTEBANDEIRA: CABO VERDEEste plano foi aprovado pela administração ou por uma organização por ela reconhecida e está escrito de acordo com os requisitos da Regra 37 do Anexo I da Convenção Internacional para a Prevenção da Poluição por Navios em 1973 modificada pelo protocolo de 1978 correspondente (MARPOL 73/78) e a exigência como declarado nas Diretrizes para o Desenvolvimento do Plano de Poluição por Óleo de bordo desenvolvido pela Organização Marítima Internacional, conforme emenda da Resolução MEPC.86 (44).

Assinatura: 
Carimbo

Data:

Registo das Revisões

Data da revisão
Provisões revisadas
Administração

INTRODUÇÃO
1. Este plano foi elaborado de acordo com os requisitos da Regra 37 do Anexo I da Convenção Internacional para a Prevenção da Poluição por Navio em 1973, conforme modificado pelo Protocolo de 1978 correspondente.This plan is written in accordance with the requirements of regulation 37 of Annex I of the international Convention for the prevention of pollution from ship. 1973, as modified by the Protocol of 1978 relating thereto.2. O objetivo deste plano é fornecer orientação ao Comandante e aos oficiais a bordo do navio em relação às medidas a serem tomadas quando ocorrido um incidente de poluição ou exista a probabilidade de ocorrer.3. Este plano contém todas as informações e instruções operacionais exigidas pelas Diretrizes. Os apêndices contêm nomes, telefone, números de telex, etc., de todos os contatos mencionados no plano, bem como outras matérias de referência.This plan contains all information and operational instructions required by the Guidelines. The appendices contain names, telephone, telex numbers etc, of all contacts referenced in the plan, as well as other reference material.4. Este plano foi aprovado pela Administração ou por uma organização reconhecida pela mesma e, excepto conforme estabelecido abaixo, nenhuma alteração ou revisão deverá ser feita a qualquer parte do plano sem a aprovação prévia da Administração ou de uma organização por ela reconhecida.

INDEX OF SECTIONS
Secção |Título |1 Preâmbulo
2Requisitos de relatório
2.1 Quando reportar
2.2 Informaçãorequerida
2.3 Quem contactar
3Passos para controlar a descarga
3.1 Derramamentos operacionais
3.2 Vítimas resultantes de derramamentos
4Coordenação nacional e local
5Informação adicional (não obrigatória)
Apêndices |ILista de contatos de estado costeiros
IILista de contatos de partes importantes
III Sumário do Fluxograma
IVLista de equipamentos a bordo e materiais de resposta a derramamentos de óleo
VRegistro de exercícios de prevenção da poluição por óleo
VIDivisão para trabalho de prevenção à poluição
VII Lista de emergência para poluição de óleo
VIII Desenhos de planos e certificados relacionados
IXEquipe de Emergência da Empresa
XLista de Verificação de Emergência
XI Procedimentos de bancas

CARACTERÍSTICAS DO NAVIO

Armador:

Naviera Armas CV

Classificação:

IRS

Porto de Matrícula:

São Vicente

Indicativo de Chamada:

D4ES

MMSI:

617064000

Nº Chamada Seletiva:

SO2244

Nº Conta:

CV47

Nº IMO:

7022708

Comprimento Fora/Fora:

71,7 M.

Tipo de navio:

RO-RO Passageiros

Comprimento entre Perpendiculares:

64.0 M

Boca Max:

10.6 M

Pontal até Coberta Superior:

8,9 M

Pontal até Coberta Principal:

4,5 M

Arqueação Bruta:

1639 Ton

Arqueação Líquida:

492 Ton

Motores Principais:

2 X 720 Kw

Tripulação:

13 Tripulantes

Baleeira de Bomb. (Prop. mecânica):

65 Pessoas

Baleeira de Estibordo (Prop. mecânica):

65 Pessoas

Turco Nª 4 Arreavel:

11 Balsas para 25 P

Turco Nº 5 Arreável:

8 Balsas para 25 P

Turco Nª 6 Arreável:

3 Balsas para 25 P

Turco Nº 7 Arreável:

3 Balsas para 25 P

Bóias Circulares:

12

Calado Médio:

3.7 M

Deslocamento:

1263.9 Ton

Peso Leve:

968.5 Ton

Peso Morto:

295.38 Ton

Lastro:

163 Ton

Água Doce:

20,58 M3

Combustível:

34.46 Ton

Ano de Construção:

1970

Local de Construção:

Noruega

Velocidade Cruzeiro:

11 Nós

GARAGEM

Comprimento Linear:

174 M

Largura de Entrada na Rampa:

3,55 M

Largura Máx. de Entrada na Garagem:

4,10 M

Altura Máx. de Entrada na Garagem:

4,00 M

Toneladas por Eixo:

13 Ton

SECÇÃO 1

PREÂMBULO 1.1

1.1 O objetivo do plano é fornecer orientação ao comandante e aos oficiais a bordo sobre as ações necessárias para interromper ou minimizar uma descarga inesperada de óleo e minimizar seus efeitos.

The purpose of the plan is to provide guidance to the master and officers on board concerning necessary actions to stop or minimize the unexpected discharge of oil and to minimize its effects.

1.2 O plano inclui orientação para controlar incidentes resultantes de descargas de combustíveis e de bancas.

The plan includes guidance to control discharge of oil resulting from casualties and bunkering.

1.3 Quando o navio se envolve num incidente de poluição por óleo, é necessário que as organizações relacionadas, controlem as descargas de petróleo (hidrocarbunetos) organizando a coordenação, de acordo com a orientação do plano.

When the ship involves in an oil pollution incident, it is necessary to the relative organizations, to control discharge of oil and to arrange of co-ordination with the relative organizations, according to the guidance of the plan.

1.4 Para que o plano cumpra seu propósito, deve ser entendido pelo pessoal da administração do navio, tanto a bordo como em terra.

1.5 O plano pode ser um documento usado a bordo pelo comandante e oficiais do navio e deve, portanto, estar disponível na sua língua de trabalho. Numa mudança de Comandante e dos oficiais que ocasione uma mudança também do idioma de trabalho, será também exigido a emissão de um novo plano.

The plan is likely to be a document used on board by the master and officers of the ship. It must therefore be available in the working language of the master and officers. A change in the master and officers which brings about an attendant change in their working language would require the issue of the plan in the new language.

1.6 Este plano deve ser periodicamente avaliado, revisto e revisado, se necessário.The plan should be periodically assessed, reviewed and revised if necessary.

SECÇÃO2

REQUISITOS DE RELATÓRIO

2.0 GERAL

2.0.1 O artigo 8.º e o Protocolo n.º 1 da MARPOL 73/78 exigem que o Estado costeiro mais próximo seja notificado das descargas reais ou prováveis de petróleo (hidrocarbonetos) para o mar. A intenção do requisito é garantir que os estados costeiros sejam informados sem demora de qualquer incidente que provoque poluição ou ameaça de poluição do ambiente marítimo, bem como a necessidade de medidas de assistência e salvamento, para que ações apropriadas possam ser tomadas.

2.0.2 O procedimento de relatório a ser seguido pelo comandante ou outra pessoa encarregada do navio após um incidente de poluição por óleos (hidrocarbunetos) é baseado nas diretrizes desenvolvidas pela Organização Marítima Internacional (IMO).

2.0.3 Se o navio estiver envolvido num incidente de poluição, os relatórios devem ser feitos tanto para os contatos do estado costeiro quanto para os contactos do porto, conforme apropriado e para os contactos que representam o interesse no navio.

2.0.4 Um fluxograma indicando o procedimento do relatório a ser seguido de acordo com os requisitos da Plano é dado no Apêndice IV.

2.0.5 De acordo com o regulamento da MARPOL (73/78), Quando o incidente de poluição do navio é num país estrangeiro, o comandante precisa de relatar à autoridade local e também deverá fazé-lo por escrito para a administração do primeiro porto de chegada dentro de 24 horas e a companhia informará também a administração de segurança do porto para que fique registado.

REQUISITOS DO RELATÓRIO|

Qualquer escarga de óleos

Reportar breves detalhes referentes
ao navio

Realçar a ação que foi feita no relatório

Preparar o relatório do
próximo plano de acção

Reporte para o estado costeiro mais próximo de imediato

Requer relatório

Não

Sim

É possível ter derramamento de óleo?

Houve acidente ou incidente?

Não

Sim

Reporte ao capitão do porto

Não

Não necessita relatório

Sim

Não

2.1 QUANDO REPORTAR

Quando o navio se envolver num incidente de poluição por óleo (hidrocarbunetos), o comandante ou outras pessoas encarregadas do navio devem informar sem demora o incidente ao estado costeiro mais próximo, conforme exigido no Artigo 8 e no protocolo da Convenção Internacional para a Prevenção da Poluição, a partir de 1973, modificado pelo Protocolo de 1978, conforme alterado (MARPOL 73/78) (doravante designado por “Convenção”).

2.1.1 Faça um relatório sempre que houver:

1. Uma descarga de óleo, resultante de dano ao navio ou a seu equipamento; ou

2. Uma descarga de óleo com a finalidade de garantir a segurança do navio ou salvar a vida no mar; ou

3. Uma descarga de óleo durante a operação do navio além da quantidade ou taxa instantânea permitida pela presente convenção.

2.1.2 Fazer um relatório sempre que haja uma probabilidade de descarga de óleo, levando em conta:

1. A natureza do dano, falha ou avaria do navio, maquinaria ou equipamento;

2. Localização do navio e proximidade à terra ou outros riscos de navegação;

3. Condições meteorológicas e do mar; e

4.  Densidade do tráfego.

2.1.3 Em princípio, faça um relatório nos casos de:

1. Danos, falhas ou avarias que afectem a segurança do navio em caso de colisão, ligação à terra, incêndio, explosão, falha estrutural, inundação, mudança de carga; e

2. Avaria ou avaria de máquinas ou equipamentos que resultem em comprometimento da segurança da navegação, ou seja, falha ou avaria do aparelho de direção, propulsão, sistema de geração elétrica e auxílios essenciais à navegação a bordo de navios.

2.2 Informação requerida

2.2.1 O relatório deve conter as seguintes informações:

A. Nome do navio, sinal de chamada e bandeira.

B. Data e hora (UTC) do incidente: um grupo de 6 dígitos indicando o dia do mês (primeiros dois dígitos), horas e minutos (últimos quatro dígitos).

C. Posição do navio, dando latitude: um grupo de 4 dígitos em graus e minutos com sufixo com N (Norte) ou S (Sul); e longitude: um grupo de 5 dígitos em graus e minutos com sufixo E (leste) ou W (oeste); ou

D. Posição do navio por latitude (primeiros 3 dígitos) e distância de um ponto de referência claramente identificado.

E. Rumo verdadeiro (nós um grupo de 3 dígitos);

F. Velocidade (em nós e décimos de um nó como um grupo de 3 dígitos);

L. Informação de rota – detalhes da trajetória pretendida;

M. Guardar os detalhes completos de estações de rádio e freqüências;

N. Hora do próximo relatório (um grupo de 6 dígitos como em B);

O. Rascunho (em metros e centésimos de metros como um grupo de 4 dígitos);

P. Tipo e Quantidade de carga / bancas a bordo;

Q. Breves detalhes de defeitos / deficiências / danos; incluindo lastro e combustível.

R. Breves detalhes da poluição incluindo estimativa da quantidade perdida; se o derramamento de óleo for contínuo, explicando a causa do derramamento de óleo e estimando o espalhamento.

S. Breves detalhes do clima e condições do mar; incluindo vento, maré e corrente.

T. Dados de contato dos proprietários / operadores / agentes do navio (NOME, ADICIONAR, TEL, TLX e FAX);

U. Tamanho e tipo do navio (tipo, comprimento, largura, profundidade, arqueação bruta e porte bruto);

W. Número de tripulantes a bordo

X. Detalhes

Breves detalhes do incidente

O nome do outro navio em questão no incidente.

Necessidade de assistência externa

Ações que estão sendo tomadas

Número de tripulantes e detalhes de quaisquer ferimentos

Detalhes do seguro e do correspondente local

As informações adicionais a seguir devem ser enviadas de imediato ao proprietário ou operador, ao mesmo tempo que o relatório inicial ou o mais rápido possível.

  • Mais detalhes sobre danos no navio e no equipamento.
  • Se o dano ainda está sendo contido.
  • Avaliação do risco de incêndio e precauções tomadas.
  • Disposição de carga a bordo e quantidades envolvidas.
  • Número de vítimas.
  • Danos a outros navios, especificando.
  • Tempo (UTC), se foi solicitada a assistência e tempo (UTC) previsão para chegar a assistência ao local.
  • Nome e tipo de equipamento de salvamento.
  • Se é necessária mais assistência.
  • Requisitos prioritários para peças de reposição e outros materiais.
  • Detalhes de terceiros e outros incidentes.
  • Qualquer outra informação importante.
  • Um formato de relatório está incluído na Tabela I do Apêndice.

    2.2.2 Faça o relatório de acordo com os seguintes procedimentos:

    1. Faça o relatório inicial o mais rápido possível, deixando os factos desconhecidos para relatórios suplementares.

    2. Complemente o relatório inicial, conforme necessário e forneça informações sobre outros desenvolvimentos.

    3. Cumpra o máximo possível com solicitações de estados afectados para obter informações adicionais.

    2.3  A QUEM CONTACTAR

    2.3.1 Estado costeiro: Consulte o apêndice I “Lista de contatos do Estado costeiro”, Na ausência de um ponto focal listado, ou caso haja atraso indevido em contactar a autoridade responsável por meios directos, o comandante deve contactar a estação costeira mais próxima, designada estação de informação de movimento de navios ou Centro de Coordenação de Resgate (RCC) pelo meio disponível mais rápido.

    2.3.3 Contactos de referência do navio: Consulte o apêndice II “Lista de contactos de referência do navio”.

    Princípios gerais para o sistema de relatórios de navios e requisitos dos relatórios do navio, incluindo diretrizes para relatórios de incidentes envolvendo produtos perigosos, substâncias nocivas e/ou poluição marinha adoptados pela Organização Marítima Internacional (IMO) pela resolução A.648 (16).

PLANO DE EMERGÊNCIA DO NAVIO PARA POLUIÇÃO POR ÓLEO

AA – (NOME DO NAVIO, CÓD. CHAMADA ,BANDEIRA) |

BB –(DATA E HORA DA OCORRÊNCIA, UTC)||__|__|| __ |__||__|__|

DD HH MM

CC – (POSIÇÃO, LAT, LONG) OU (DISTANCIA DO PONTO DE REFERÊNCIA) |

|__|__|__|__|__|__| |__|__| __ |__| __ |_______|

dd mm ss ddd n milha/

|__|__|__|__|__|__|

ddd mm ss

EE (CURSO)|FF (VELOCIDADE, NÓS)|

|__|__|__| | __ |__| __ |

ddd kn (1/10Kn)

LL – (ROTA PREVISTA)|

MM – (ESTAÇÕES DE RÁDIO (S) GUARDADOS)|

NN – (DATA E HORA DO PRÓXIMO RELATÓRIO, UTC)|__|__|__|__|__|__|
DD HH MM

PP – (TIPO E QUANTIDADE DE CARGA/BANCAS A BORDO)|

OO – (BREVES DETALHES DOS DEFEITOS/DEFICIÊNCIAS/AVARIAS)|

RR –(BREVES DETALHES DA POLUIÇÃO, INCLUINDO A ESTIMATIVA DA QUANTIDADE DE ÓLEOS) |

SS –(BREVES DETALHES DAS CONDIÇÕES DO TEMPO E DO MAR)|

DIREÇÃO||__|__|__| DIREÇÃO||__|__|__|

VENTO|ONDULAÇÃO |

VELOCIDADE|Escala (Beaufort)|ALTURA|(m)

TT – (DETALHES DE CONTACTO DO PROPRIETÁRIO / OPERADOR / AGENTE DO NAVIO)|

UU(TAMANHO DO NAVIO E TIPO) |ARQUEAÇÃO BRUTA|(ton)

COMPRIMENTO |(m) BOCA |(m)

CALADO|(m)

PESO MORTO |: HT

XX –(INFORMAÇÃO ADICIONAL) |

NECESSÁRIA PARA ASSISTÊNCIA EXTERNA |

AÇÕES A TOMAR |:

DETALHES DO SEGURO E DO CORRESPONDENTE LOCAL |OUTROS |

AMOSTRA DE RELATÓRIO |

Seguir este exemplo de relatório para o estado costeiro mais próximo e para o proprietário, operador:

AA F/B MAR D’CANAL / D4ES / CABO VERDE

BB DATA E HORA DA OCURRÊNCIA

CC 1696N, -2504W

EE 090

FF 11

LL DE S.VICENTE PARA SANTO ANTÃO

MM S. VICENTE RADIO

NN PRÓXIMO RELATÓRIO – DATA E HORA

PP VEÍCULOS LIGEIROS PESADOS E PASSAGEIROS OO MV w COLIDIU COMIGO TANQUE TANQUE BB PERFURADO RR GASÓLEO PERFUROU MAS NÃO DERRAMOU SS SE/3 LEVE

TT RR/W OPERADOR

UU RO-RO pax/LOA71.7/D3.7/D295/GRT1639/B 10.6

XX NECESSIDADE DE REBOQUE DE ASSISTÊNCIA AO NAVIO

NÃO É CERTO MAS NÃO É PERIGOSO E NÃO PRECISA DE OUTRA ASSISTÊNCIA

SECÇÃO 3
PASSOS PARA CONTROLAR A DESCARGA

Sempre que bombas ou válvulas forem operadas para controlar a descarga de óleo descrita nesta seção, o pessoal do navio deve esforçar-se por evitar uma operação incorreta, seguindo os manuais de equipamentos e operação, por ex. plano de bombeamento / tubulação, plano de controlo de danos e manual de controle de danos, anexado no Apêndice XIII.

3.1 Derrames operacionais

3.1.1 Vazamento de tubagens

  • Parar a operação de transferência de bancas ou a banca pelo meio mais rápido possível. (pessoal da máquina)
  • Aliviar a pressão do gasóleo dentro da tubulação onde ocorreu o vazamento e transferir o óleo na tubulação para um tanque adequado por meio de gravidade. (Pessoal da máquina)
  • Tomar medidas de apropriadas para minimizar o volume de óleo descarregado fora do Navio, usando serradura de madeira e trapos para absorver óleo. (Equipa de recuperação de óleos)
  • Identificar a origem e a causa do derrame. (Imediato e Chefe de máquinas)
  • Não retomar a operação até que a causa do derrame do óleo tenha sido identificada e resolvida.
  • Descartar o óleo removido e usar os materiais de limpeza adequadamente, entregando-os à empresa de gestão de residuos oleosos.

3.1.2 Rutura de tanque

  • Pare a operação da banca ou bombeie na casa das máquinas para transfega. (Pessoal da máquina)
  • Fechar as referidas válvulas. (Pessoal da máquina)
  • Mudar imediatamente o combustível do tanque transbordado para um tanque vazio disponível para liberar a pressão no tanque transbordado. (pessoal da máquina) (Consulte os apêndices: “Procedimentos de transferência de bunker”)
    Recolher o óleo no convés para tambores vazios ou usar bombas portáteis para bombear o óleo directo para tanques de óleo através de tubos de aspiração, limpar o óleo no convés usando materiais absorventes, serradura e trapos. (Equipa de recuperação de óleos)
  • Descartar o óleo recolhido e usar adequadamente os materiais de limpeza, entregando-os à empresa de gestão de residuos oleosos.
  • Quando ocorra a descarga de óleo, o comandante deve notificar imediatamente as partes interessadas de acordo com os procedimentos estabelecidos. (Equipe de comunicação)
  • Quando necessário, o comandante deve solicitar assistência em terra para entrar em resposta a derramamento de óleo.
    Quando possível, ter imediatamente barcos prontos para as manobras e colocar a mangueira de sucsão para evitar a dissipação e ao mesmo tempo recuperar o máximo possível de óleo usando absorventes. (Equipa de recuperação do óleo).
    Quando são usados produtos químicos de resposta a derramamento de óleos e/ou produtos químicos, deve ser dada a devida atenção às circunstâncias/ambiente ao redor. Além disso, esses produtos químicos só podem ser usados após obter permissão do estado costeiro mais próximo.
    3.1.3 Vazamento pelo casco
  • Se a fuga ocorrer acima da linha d’água a seguir aos tanques de fuel, transferir imediatamente o tanque de combustível em questão para os tanques de duplo fundo para reduzir o nível de óleo no tanque em avaria. (pessoal das máquinas)
    Se houver suspeita de que fuga ocorrida abaixo da linha d’água em tanques de combustível, feche imediatamente todas as válvulas e tubulações de ar do tanque danificado para criar vácuo dentro do mesmo. (pessoal da máquina)
  • Caso seja impossível identificar um tanque específico de onde ocorreu a fuga, reduza os níveis de todos os tanques de combustível nas proximidades. (pessoal da máquina)
    Se a fuga persistir, apesar das ações mencionadas acima, identificar a causa da fuga recorrendo a um mergulhador:
    Caso se chegue à conclusão que a transferência do óleo pelo navio é difícil, ter em conta a possibilidade de transferência do navio para auto-tanques em terra.
    Quando ocorra a descarga de óleo, o comandante deve notificar imediatamente as partes envolvidas de acordo com os procedimentos estabelecidos. (Equipe de comunicação)
    Quando necessário, o comandante deve solicitar assistência em terra para dar resposta ao derramamento de óleo.
    Quando possível, ter imediatamente barcos de apoio prontos para as manobras e colocar a mangueira de sucsão para evitar a dissipação e ao mesmo tempo recuperar o máximo possível de óleo usando absorventes. (Equipa de recuperação do óleo).
    Quando são usados produtos químicos de resposta a derramamento de óleos e/ou produtos químicos, deve ser dada a devida atenção às circunstâncias/ambiente ao redor. Além disso, esses produtos químicos só podem ser usados após obter permissão do estado costeiro mais próximo.
    3.1.4 Falha no sistema de contenção
    Uma contenção primária evita o derramamento para fora pelos respiradores para recipientes colocados por baixo. Uma proteção secundária é fornecida pela trincaniz nos lados do navio e pelo fecho de todos os embornais de descarga ao mar antes do início da operação de transferência de óleo. Se ocorrer derramamento no convés:

    Inspecione as flanges para garantir que todos estejam fechadas e que os bujões estejam colocados.
    Onde necessário, as alturas dos trinanizes devem ser aumentadas com outros materiais ou equipamentos de contenção temporárias, como sacos, madeira e chapas metálicas.
    3.2 Medidas a tomar em caso de derrames em que resultem vítimas:
    Vítimas resultantes de derrames.
    3.2.1 Acções prioritárias do Comandante
  • Dar prioridade máxima para garantir a segurança do pessoal e ao mesmo tempo, tomar medidas para evitar a escalada do incidente.
    1. Verifique se há pessoal ferido

    2. Decida que medidas são necessárias.

    3. Decida se o abandono do navio é necessário.

  • Leve em consideração se a aflição geral e a estabilidade do navio em todos os momentos estão dentro dos limites.
    Obter informações detalhadas dos danos por inspeção visual aos tanques carga e outros compartimentos. (Equipa de recuperação de óleos)
    Se houver suspeita de que a permanência do navio no local piora a situação, leve em conta o deslocamento do navio para um local mais adequado.
    Quando necessário, considere a transferência de óleo/carga internamente para a segurança do navio, levando em conta o efeito sobre a estabilidade do dano e o tensão do casco, (possoal da máquina).
    Num incidente de descarga de óleo, tomar as seguintes medidas para evitar a ocorrência de incêndio e explosão:
    1. Após incidente, o nível de óleo no mar envolva o navio.
    2. Encerrar as entradas de ar não essenciais. (Grupo de emergência)

    3. Evitar que os vapores inflamáveis entrem no alojamento e no espaço da casa de máquinas.
    4. Preparar todos os possíveis equipamentos e extintores de combate a incêndio. (Grupo de emergência)
    5. Prepare equipamentos de combate a incêndios e extintores de incêndio. (Equipe de emergência)

    6. Teste regularmente a presença de gás inflamável no alojamento e no espaço da casa das máquinas. (equipe de emergência)7. Fumar e outras fontes de ignição são estritamente proibidos.

    Ao tomar medidas em locais onde o gás pode se acumular, preste muita atenção ao efeito de gases tóxicos sobre corpo humano.

    3.2.2 Resposta a um encalhe
    Se o navio encalhar e, portanto, não puder manobrar, todas as fontes possíveis de ignição devem ser eliminadas e devem ser tomadas medidas para evitar que entrem vapores inflamáveis nos compartimentos da casa de máquinas ou nas acomodações.

    O Comandante deve garantir que receberá, o mais rápido possível, informações detalhadas sobre os danos sofridos na embarcação, a fim de definir quais as ações corretivas que devem ser tomadas para garantir a segurança do navio e da tripulação.

  • Deve ser realizada uma inspeção visual.
  • Devem ser sondados todos os tanques de bancas. (Equipa de emergência)
  • Todos os demais compartimentos que tenham contacto com o mar, devem ser sondados para garantir que estejam intactos. (Equipa de emergência)
    Esta sondagem dos tanques deve ser comparada com a anterior para verificar possíveis vazamentos.
    Qualquer lista deve ser anotada e incluída no relatório para assistência. Considere também:
    Qualquer carga ou substância perigosa no navio deve ser afastada do local do encalhe.
    Perigo do navio sofrer danos pelas ondas ou mar agitado.
    Riscos para a saúde das pessoas nas proximidades devido à libertação de substâncias perigosas em concentração existentes nas cargas ou elementos existentes a bordo.
  • Que os incêndios podem começar devido à libertação de substâncias inflamáveis de fontes de ignição não controladas.
    Além disso, o Comandante deve levar em consideração as seguintes considerações:
    O navio está sendo atingido pelo mar.
    O navio está exposto a torção.
    Será feita uma verificação em redor do navio para estabelecer a sua posição e a condição do fundo.
    Há uma grande diferença na amplitude das marés no local do encalhe? Existem fortes correntes de maré na área de encalhe?
    Que o navio avance na costa, devido às marés altas, vento e ondas.
  • O Comandante deve avaliar a possibilidade de danos ao meio ambiente, e qualquer ação que possa ser tomada para reduzir mais danos causados pela libertação de combustível, tais como:
    Transferência de bancas internamente.
    Isolar hermeticamente os tanques para garantir que a altura hidrostática dos tanques esteja intacta (mudanças de maré)
    Avaliar a necessidade de transferir bunkers para barcaças ou embarcações e solicitar assistência em conformidade.
    Avaliar a possibilidade de libertação adicional de combustível.
    O comandante também deve avaliar a saída do encalhe pelos meios próprios. Antes que tal tentativa seja feita, deve ser determinada.
    Se a embarcação está danificada ao ponto de afundar, romper ou virar depois de sair. Referências no Manual de Estabilidade de Danos, Plano de Controle de Danos e Manual de Controle de Danos.
    Se a embarcação depois de sair para se afastar da área perigosa possa ter problemas de manobra pelos seus próprios meios.
    Quando for possível manobrar, o Comandante, em conjunto com as autoridades costeiras, pode considerar mudar o navio para um local mais adequado que facilite o trabalho de reparação de emergência ou reduzir a ameaça na àrea da costa particularmente sensível. Tais manobras podem estar sujeitas à jurisdição do Estado costeiro.
    Se fôr necessário solicitar assistência de salvamento para reflutuar o navio. Quando se julgar impossível reflutuar sem ajuda, informa imediatamente os armadores para organizar os meios de salvamento.
    Se a maquinaria, leme ou a hélice forem danificados devido ao encalhe ou danificados ao tentar sair do local pelos meios próprios.
    Se o navio pode ser aparado ou ajudado o suficiente para evitar danos a tanques adicionais, a fim de reduzir a poluição adicional causada pelo derramamento de bancas.
    Se o risco de danos adicionais (avaliados) para o navio fôr maior numa tentativa de o fazer flutuar pelos seus próprios meios, do que permanecendo encalhada até que seja obtida assistência profissional, o Comandante deve tentar proteger o navio tanto quanto possível por:
    Ao definir âncoras.
    Ao recolher lastro em tanques vazios, se possível.
    Reduzir o risco de incêndio removendo todas as fontes de ignição.
    Tendo avaliado o dano que o vaso sofreu, o Mestre deve ser capaz de decidir se deve ou não ser tomada alguma ação para evitar derramamento adicional.
    Se o dano, que a embarcação sofreu de tal forma que a estabilidade não possa ser computada a bordo, o Comandante deve informar imediatamente os Proprietários e buscar assistência da costa.
    As alturas hidrostáticas em cada tanque devem ser tomadas em intervalos regulares e qualquer alteração relatada conforme necessário.
    Em caso de grande diferença nas marés, a embarcação deve tentar isolar os tanques danificados para reduzir a perda adicional de bunkers.
    Quando a água que está sendo atingida pelo navio devido ao aterramento, tome medidas preventivas, isto é, feche a água – portas estanques para minimizar a entrada de água.
    Se ocorrer vazamento de óleo, o mestre deve consultar 3.2.10 ”Resposta ao derramamento de óleo associado a vítimas”
    3.2.3 Resposta ao bater no fundo
    Se a embarcação sentir tremores ou vibrações incomuns no casco, movimentos inexplicáveis ou mudanças nas rotações do motor, pode-se suspeitar que o navio tenha tocado no fundo. Devem ser iniciados procedimentos para garantir que o navio esteja intacto e que não haja derrame de óleo dos tanques.

    Se o navio tiver um piloto a bordo, informe-o e peça possíveis explicações.
    Parar o motor imediatamente e observar qualquer redução de velocidade inesperada.
    Observar a posição exacta, comparar a profundidade disponível no gráfico da sonda com o calado do navio.
    Sondar todos os tanques de bancas, lastro, tanques de carga, tubagens e outros compartimentos para determinar se a embarcação sofreu algum dano.
    Verificar se há óleo visível no casco ou na esteira do navio durante o dia. À noite, um cabo com um pano branco ou uma rede mosquiteira ao seu redor pode ser baixado na água ao lado da embarcação para verificar vazamentos de óleo. Se eventualmente o navio tocou no fundo e estiver encalhado, o Comandante deve consultar o item 3.2.2 desta secção.
    Se ocorrer um derrame de óleo, o comandante deve consultar a alínea 3.2.10 ”Resposta a uma situação com vítimas causada por um derrame de óleo”.
    3.2.4 Resposta a incêndio e explosão.

    Em caso de incêndio e explosão, a prioridade deve ser iniciar as seguintes medidas de controle de danos:
    Localizar imediatamente o local onde o incêndio/explosão ocorreu.
    Tentar determinar a extensão do dano e se alguém está ferido ou morto.
    Resgatar vidas.
    Limitar os danos ao navio e carga.
    Prevenir a poluição do meio ambiente.
    O Comandante deve ordenar que toda a tripulação assuma suas posições de combate a incêndios.
    Conduzir uma operação de combate a incêndios eficaz e apropriada, preparar as baleeiras para abandonar o navio caso o incêndio fique for a de controlo e ponha em risco a segurança da tripulação. Ter a prudência de não dar a ordem de abandonar o navio prematuramente ou tarde demais.
    Mudar imediatamente, tambores de tinta, óleos, móveis, amarras e outros materiais inflamáveis e explosivos da proximidade do fogo.
    Fechar as aberturas, incluindo portas, vigias, clarabóias e respiradouros e interromper toda a ventilação. Arrefecer as anteparas de compartimentos adjacentes, quando necessário.
    Deve ser cortada a fonte de energia que electrifica o local do incêndio.
    Quando o fogo se torna mais intenso devido ao vento, âncorar ou pôr o navio a correr com o vento.
    Fazer um compasso de espera adequado para que o fogo e o fumo não prejudiquem as atividades de combate a incêndios.
    Quando as atividades de combate ao incêndio do navio forem julgadas inadequadas, solicite assistência de navios que navegam nas proximidades antes que seja tarde demais.
    Se ocorrer um derrame de óleo, o Comandante deve consultar a alínea 3.2.10 “Resposta a vítimas associadas o derrame de óleo”.
    3.2.5 Resposta a Colisão
    Quando ocorrida uma colisão, o Comandante deve ordenar a todos os tripulantes que ocupem suas posições de resposta a derrame de óleo.

    Investiguar a área danificada do navio e a quantidade de entrada de água e tomar medidas de emergência para evitar que os danos se agravem.
    A lista de verificação a seguir ajudará o Comandante a avaliar a situação:
    1. Ouve penetração de algum tanque acima ou abaixo da linha d’água?
    2. Se os navios estiverem parados na água e interligados, qual é a mais prudente, para ficarem interligados ou separados?
    3. Existe algum derrame de óleo no momento – pequeno ou grande? A separação dos navios aumentará mais o derrame de óleo do que se as embarcações permanecerem interligadas?
    4. Num derrame de óleo, separar os navios poderá causar faíscas que possam incendiar os combustíveis ou outras substâncias inflamáveis derivadas do derrrame dos navios?
    Os navios poderão causar maior perigo para o tráfego na área interligados ou separados?
    Se os navios tiverem sofrido sérios danos nos tanques abaixo da linha d’água devido à redução da flutuabilidade, que perigo poderá representar se o outro navio afundar ao se separar?

    Se os navios estiverem separados, em que condições estarão para a sua manobrabilidade?

    Quando os danos são o resultantes da entrada de água numa investigação, tomar as medidas necessárias para evitar a entrada de água e ou a sua retitrada, de acordo com a localização e quantidade da água entrada. Tais medidas incluem o fecho das portas à prova d’água. tampôes de madeira, uso de esteiras de colisão, caixas de reforço, reforço das anteparas e uso de bombas para descarga de água.

    Quando houver risco de afundamento devido à penetração da água, após tomar exaustivamente todas as medidas preventivas, considerar encalhar o navio numa posição apropriada.
    Se ocorrer derrame de óleo, o Comandante deve consultar a alínea 3.2.10 ”Resposta a uma situação com vítimas causada por um derrame de óleo”.

    3.2.6 Resposta a danos no casco

    Se o navio sofrer danos no casco, desenvolver rachaduras maiores ou sofrer danos graves, o Comandante deve soar imediatamente o Alarme Geral para chamar o reunir de todo o pessoal no Ponto de Reunião (Muster Station), informar a situação e preparar as balsas ou baleeiras para o lançamento .

    As seguintes questões devem ser consideradas:

    A embarcação está em perigo imediato de se afundar ou virar? Se sim:

    1. Evacuar imediatamente o navio,

    2. Enviar mensagem de socorro,

    3. Notificar o armador,

    4. Se estiver eminente ou fôr provável um derrame de óleo derivado do incidente, notificar como no ponto 2.1

    Se não, o comandante deve iniciar as medidas de controlo de danos conforme necessário: Quando for encontrado o ponto da rotura, tomar as medidas necessárias para evitar a entrada de água e ou a retirada da água, de acordo com a localização e a quantidade de água entrada. Tais medidas incluem o fecho de portas estanques, inserção de bujões de madeira, material anti-colisão, tamponar com cimento, reforçar as anteparas e uso de bombas para descarga de água.

    Se o navio tem uma inclinação devido à perda de lastro ou flutuabilidade, é necessário e possível rearranjar o lastro ou os tanques de carga por operação de transferência interna, a fim de nivelar o navio?

    Há alguma mudança anormal na estabilidade e na operacionalidade do navio? Essa mudança pode ser calculada a bordo? Caso contrário, o comandante deve informar imediatamente o armador e procurar ajuda da costa.
    Os procedimentos para contacto do armador e da gestão de navio devem ser da seguinte forma:

    O navio precisa ser resgatado ou escoltado para o porto de refúgio ou porto de reparação mais próximo? Em caso afirmativo, o Comandante deve informar imediatamente o armador para providenciar.
    Obter a previsão metereológica mais recente e calcular o seu impacto sobre a situação atual.

    Se ocorrer um derrame de óleo, o Comandante deve consultar a alínea 3.2.10 ”Resposta a uma situação com vítimas causada por um derrame de óleo”

    3.2.7 Resposta a uma inclinação excessiva

    Caso a embarcação, por algum motivo comece a inclinar excessivamente, o Comandante deve realizar as seguintes acções:

    Parar imediatamente todas as operações de bancas, de qualquer transferência de carga ou operação de lastro.

    Sondar todos os tanques/porões de carga para determinar a causa da inclinação excessiva.

    Em caso de mau funcionamento ao lastrar/deslastrar, mudar para tanques corretivos e tomar as medidas apropriadas para corrigir a situação.

    Caso a causa da inclinação excessiva seja determinada devido a um “GM” negativo, não coloque lastro em tanques no lado alto para corrigir a inclinação excessiva. A maneira correta é encher os tanques de lastro de fundo duplo no lado baixo até que a estabilidade negativa seja recuperada.

    Se a causa da inclinação excessiva fôr devida a danos no casco, consultar a alínea 3.2.5

    Se a situação do navio estiver em risco de perigo, os grupos de apoio devem preparar as balsas e ou as baleeiras para o lançamento e notificar conforme a seção 2.

    Quando se a situação estiver controlada, informar como necessário.

    Se ocorrer derrame de óleo, o comandante deve referir tal como na 3.2.10 ”Resposta a uma situação com vítimas causada por um derrame de óleo”

    3.2.8 Response a um afundamento / Submersão
    No caso de um navio ser susceptível de afundamento, deve ser dada prioridade à segurança da tripulação, seguida de protecção do ambiente. Antes de abandonar o navio, a acção a seguir deve ser considerada e as medidas apropriadas devem ser tomadas como requisito.

    Enviar mensagem de socorro, dando a posição ao navio.

  • Parar o motor principal.
  • Preparar as balleiras.
  • Parar todas as bombas.
  • Parar o motor os geradores.
  • Fechar todas as válvulas dos tanques de combustível.
  • Fechar a ventilação.
  • Fechar as portas estanque.
  • Aponte ou retenha os detalhes dos danos para informar a assistência costeira.
  • Assegurar de que toda a tripulação sigue os procedimentos de abandono.
    3.2.10 ”Resposta a uma situação com vítimas causada por um derrame de óleo”
    Quando uma situação com vítimas causada por um derrame de óleo (ou seja, aterramento, explosão de incêndio, colisão, dano ao casco e inclinação excessiva), as seguintes ações devem ser tomadas imediatamente.

    O Comandante deve reunir toda a tripulação para assumir suas posições de resposta a derrame de óleo. (Consultar os apêndices XII)
    Em caso de incidente de poluição por óleo, o Comandante deve reportar ao Estado costeiro mais próximo, ao estado do porto e aos interesses do navio.
  • A fim de impedir a saída adicional de óleo, tome as seguintes medidas:

    1. Protejer a área do derrame de óleo. (Grupo de recolha do óleo)

    2. Reduzir a pressão interna no tanque do derrame de óleo. (pessoal da máquina)

    3. Fechar ou cortar tubagens que levam ao(s) tanque(s) danificado(s) para isolar o(s) tanque(s) danificados. (pessoal da máquina)
    4. Crie condições ótimas ajustando o lastro. Neste caso, tenha em conta a estabilidade dos danos e o stress do casco. (pessoal da máquina e grupo de emergência)
    5. Transferir o combustível internamente do(s) tanque(s) danificado(s) para os tanques intactos, neste caso, ter em conta a estabilidade dos danos e o stress do casco (pessoal da máquina e grupo de emergência)
    6. Se o derrame de óleo fôr no convés, pode ser executado o procedimento de falha do sistema de contenção, ver 3.1.4.
    Quando necessário, transferir o óleo do tanque danificado a bordo ou parte para outro navio. Nesse caso, as seguintes situações devem ser consideradas:
    1. Consultar previamente o estado costeiro sobre operação de transferência de navio-para-navio.
    2. Consultar o outro navio, em relação aos procedimentos de segurança e ao posicionamento ship-to-ship.
    3. Comunicar os outros detalhes do navio sobre as condições meteorológicas, as condições do mar e as condições do ship-to-ship.
    4. Confirmar com o outro navio detalhes tal como o tipo de óleo a bordo, a quantidade, temperatura, densidade específica e volume carregado nos tanques.
    5. Verificar o comprimento e o diâmetro da mangueira e do redutor a serem usados.

    6. Na preparação da transfega, usar os termos essenciais necessários, ou seja, “stand by”, “slow”, “start” e “stop”.
    7. Em relação à mangueira a ser usada, tomar cuidado para evitar torcer ou puxar e use uma mangueira de comprimento adequado.

  • Se possível, extender a barreira de óleo imediatamente para evitar a dissipação de óleo e tentar recuperar o máximo possível de óleo usando absorventes de óleo. (grupo de recolha do óleo)
    Se necessário, entrar em contacto com o estado costeiro para pedir as respectivas autorização antes de empreender acções de mitigação.
    Quando existirem produtos químicos de combate a derrames de óleo e/ou forem usados produtos químicos em gel de óleoso, deve-se levar em consideração as circunstâncias/ambiente em redor. Além disso, esses produtos químicos só podem ser usados após obter permissão do estado costeiro.
    Ao abandonar o navio, fechar as válvulas de admissão ou torneiras das tubagens de combustível e todas as aberturas dos respiradoros de todos os tanques de depósito (equipa de emergência)
    No caso do navio equipado com cabos de reboque de emergência, estes devem ser colocadas na frente e/ou fora do navio e devem ser baixados perto da linha d’água antes de abandonar o navio.

SECÇÃO 4
SECTION 4

COORDENAÇÃO LOCAL E NACIONAL
NATION AND LOCAL CO-ORDINATION

1. O Estado costeiro e/ou a autoridade portuária e outras organizações de referência devem efectivar rapidamente uma perfeita coordenação para salvar o navio/tripulação e reduzir a poluição, o comandante recebe essas instruções para coordenação e assistência após o processo de notificação.

The coastal state and/or port authority and other reference organization quickly perfectlyco-ordination are every important for saving the ship / crew and reducing pollution, captain would get this co-ordination and assistance when followed the reporting procedure.

2. A acção do navio deverá ser supervisionada e dirigida pelo estado e/ou autoridade costeira. O comandante dará cooperação suficiente à acção da autoridade. O comandante tem o direito de supervisionar e sugerir acções à autoridade e à organização no local.

The ship’s action should have supervised and directed by coastal state and /or authority. The captain should give enough co-operation to authority’s action. The captain has right to supervise and suggest some part’s action which part ix the authority arranged on spot.

3. Normalmente, a tripulação não faz parte da limpeza no mar, a menos que a autoridade requerida e/ou o comandante o considere por questões de segurança. Se usar embarcações para recolher equipamentos e eliminar substâncias químicas, deverá obter a permissão da autoridade.

Normally, clean the oil overboard not doing crew unless the authority required and /or the captain consider its safety. If use craft, collect equipment and chemical elimination should get the authority’s permission.

4. Antes da chegada da assistência da autoridade, deve-se, de acordo com este plano, manter contato com o armador e para providenciar as primeiras acções.

Before authority assistance arrival, the should according this plan , keep touch the owner/authority, arrange first action.

5. Se não fôr possível os contactos, o capitão deve, insistir em contactar com o armador/autoridade e providenciar as acções de acordo com este plano.

If absent local address, the captain should according this plan keep touch the owner/authority, arrange first action.

SECÇÃO 5

INFORMAÇÃO ADICIONAL (NÃO OBRIGATÓRIA)

5.1 Planear procedimentos de revisão
Recomenda-se uma revisão regular do plano pelo armador, operador ou comandante para garantir que as informações específicas nele contidas sejam actualizadas. Deve ser empregue um sistema de revisões que permitem um rápido encontro de novas informações e actualizá-las no plano. Esse sistema de revisão e actualização deve conter os dois seguintes meios:

1. Revisão periódica: O plano deve ser revisto pelo armador ou operador pelo menos uma vez por ano para actualizar as leis ou políticas locais, nomes e números de contacto, características do navio ou política da empresa. Para isso, o Departamento de Controle de Qualidade é responsável por revisar/atualizar o plano conforme solicitado.

2. Revisão do incidente: Após qualquer uso do plano em resposta a um incidente, o armador ou operador deve avaliar a sua eficácia e as modificações feitas.

5.2 Procedimentos de Treinos e Exercícios.

O plano será de pouco utilidade se o pessoal não estiver familiarizado com o seu uso. Os treinos e exercícios regulares garantirão que o plano funcione conforme o esperado e que os contactos e as comunicações especificadas sejam precisas. Tais treino e exercícios devem ser realizados em conjunto com outros exercícios de bordo e apropriadamente registrados no Anexo VI do Plano. Quando é usado o equipamento de resposta a derrames de óleos, a experiência prática pelos membros da tripulação aumentará muito a segurança e a eficácia numa situação de emergência. Os procedimentos para treinos e exercícios podem ser definidos regularmente, pelo menos uma vez em cada seis meses.

5.3 Equipamento de resposta

Consultar o Apendice V “Lista de equipamentos de resposta a derrames de óleos transportados a bordo”

Observações:

1. O Imediato tem a responsabilidade pessoal pela manutenção do equipamento de resposta a derrames de óleos.

2. Quando produtos químicos de resposta a derrames de óleos e/ou produtos químicos em gel forem usados, deve ser dada a devida atenção às circunstâncias e ao ambiente em redor. Tais produtos químicos só podem ser usados após obter permissão do estado costeiro.

5.4 Procedimentos de manutenção de registros

É essencial manter um registro abrangente e detalhado do incidente de derrame de óleos. Consequentemente, o diário de bordo deve ser utilizado para registrar totalmente o incidente:

A. Comunicações com autoridades externas, o escritório e outras partes relacionadas.

B. Resumo das informações transmitidas e recebidas juntamente com a decisão tomada.

C. O movimento de derramamentos de óleo sendo observado mais detalhes das condições predominantes de vento, corrente e mar.

D. Breve descrição das áreas contaminadas pelo petróleo e informações sobre outras instalações que provavelmente serão afetadas quando o derramamento de óleo ocorrer no porto.

a. Os dados escritos devem ser apoiados por fotografias sempre que possível, embora seja necessário ter cuidado para garantir que o uso da câmera não viole os regulamentos locais.

b. Se o navio não for responsável por um determinado derramamento, as fotografias do casco e do convés podem ajudar a verificar a situação. Da mesma forma, se um outro navio for encontrado derramando óleo, este deve ser fotografado, se possível, e ser relatado à vista.

E. As fotografias do óleo na superfície do mar perto da esteira do navio ajudam a determinar a magnitude do derramamento. Se ocorrer contaminação no litoral, um exame independente e detalhado da costa é necessário para determinar a uniformidade do óleo derramado e até que ponto a costa pode estar poluída por mais de um tipo de óleo.

F. Breves detalhes de qualquer resposta das autoridades portuárias e informações, quando disponíveis, sobre o número de funcionários envolvidos nas atividades de limpeza, tipo e quantidade de equipamento de limpeza e material usado.

OTHERS

Appêndice I , Lista de contactos do estado costeiro

Ver anexo:

LISTA DE PONTOS DE CONTATO OPERACIONAL NACIONAL RESPONSÁVEIS PELO RECEBIMENTO, TRANSMISSÃO E TRATAMENTO DE RELATÓRIOS URGENTES SOBRE INCIDENTES ENVOLVENDO SUBSTÂNCIAS NOCIVAS, INCLUINDO PETRÓLEO OU DERIVADOS DE NAVIOS PARA ESTADOS COSTEIROS

GISIS: CONTACT POINTS

Cabo Verde

Serviços de inspeção de navios e investigação de acidentes

Flag State contact points for PSC matters, Casualty investigation services and Ships’ inspection services (including Secretariats of Memoranda of Understanding on Port State Control)

Ministro da Economia Marítima

Mr. José da Silva Gonçalves

Ministro |

Morada | Praia

| CP 07

Tel.| +238-615709 / 922184 (mobile)

Fax| +238-611595 / 614141

Contact point for: National contact point MoU

Instituto marito e portuário (IMP)

Morada | Porto grande

| São Vicente

Contact point for: Casualty investigation

Address| P.O. Box 7 Mindelo –S. Vicente

Phone| +238-324243

Fax| +238-324343

Telex| 3032 MARPOR CV

Contact point for: Ships inspection – Head Office

GISIS: CONTACT POINTS

Pontos de contacto sob a Convenção Internacional de Nairobi para a Remoção de DestroçosInstituto Marítimo Portuário – IMP // Cabo Verde MarAd

Capt. Armindo Graça

Direção de Serviço de Segurança Marítima

Telef.| + 238 2324342

Fax | + 238 2324342

Ponto de contato para: Investigação de acidentes

Morada | | Rua Patrice Lumumba

| Edifício ex. ACIAB

| Mindelo

| Ilha de S. Vicente

| Cabo Verde

Email| armindo.graca@imp.cv

Web| http://www.imp.cv

GISIS: CONTACT POINTS

Appendix II , List of contacts of important parties
1. Armador:NAVIERA ARMAS CV

Mindelo

Ilha de S.Vicente

Republica de Cabo Verde

Gestor:NAVIERA ARMAS CV

Vladimiro Ferreira

Mindelo

Ilha de S.Vicente

Republica de Cabo Verde

Contacto:Fernando Neves (DPA)

Tel: +238-5200585

Email:dpa@nosferry.cv

24 Hours Contact Tel No.: +238-5200585

2. Seguros / Insurance

Tel: +

Apêndice III, Fluxograma Resumido

Este diagrama a seguir é um esboço do curso de uma ação que o pessoal do Sliipboard deve seguir em resposta a uma emergência de poluição com base na diretriz publicada pela Organização. Este diagrama não é exaustivo e não deve ser usado como referência única na resposta. Deve-se considerar a inclusão de referência específica ao plano. As etapas são projetadas para auxiliar o pessoal do navio nas ações para interromper ou minimizar a descarga de óleo e mitigar seus efeitos. Essas etapas enquadram-se em duas categorias principais – relatórios e ações.

ComunicaçãoPelo comandante e/ou tripulante designado
Quando relatar: Todos os derramamentos possíveis e reais
Como relatar: Reportar à estação costeira o mais rápido possível Estação designada para seguimento do navio ou
Centro de Coordenação de Resgate (no mar)Informar a administração local o mais rápido possível A quem reportar: O estado costeiro mais próximo A autoridade portuária O proprietário, gerente e seguro Consulte a lista de contatos O que relatar Relatório inicial elatório de acompanhamento Natureza do derramamentoDisposição do bunker Condições do tempo e do mar
Necessidade de assistência para a movimentação
Salvamento Capacidade de remoção EquipamentoEquipa de ataque externo Dispersante químico

Ação requeridaAlertar os membros da tripulação Identificar a origem do derramamento
Proteção pessoal
Avaliação de derramamento Monitorização do vapor Evacuação

Óleo de descarga ou possível óleo de descarga

Avaliação da natureza de

Ações para controlar a descarga
Medição para minimizar o derramamento
Alterar curso e velocidade Alterar lista e/ou aparar Lançar âncora Encalhar Iniciar reboque Avalie a porta de segurança necessária
Clima
Monitorização inteligente Registro e comunicaçãoAvaliação e pré-prevençãoAção prioritária e prevenção
Estabilidade e avaliação de danos
Lastrar e transferir cargaTransferência interna combustível Vedação de vazamento Combate a incêndio Ação de emergência

Iniciar a resposta externa à emergênciaReportar às autoridades locais para assistência
Reportar à lista de contactos importantesrequisitar os recursos externos necessários
Continuar a monitorizar as actividades

Nome/tipo

Instruções/Armazenamento

Quant.

OBS.

Oil only 5”X10” Booms

Deck cleaning/Deck store

2 Pcs

Oil only Absorvent Tapes

Deck cleaning/Deck store

10KG

Pair of Goggles

Deck cleaning/Deck store

2 Pcs

Pair of Nitrile Gloves

Deck cleaning/Deck store

2 Pcs

Face Masks

Deck cleaning/Deck store

2 Pcs

Non-Spark Scoops

Deck cleaning/Deck store

2 Pcs

Disposal Bags and Ties

Storage of used absorbents

30 Pcs

10L Polyethylene Buckets

Storage of used absorbents

2 Pcs

First aid Kit

Safety

1UN

Appendix IV – List of oil spill response equipment andMaterials on board

SOPEP 7 – Equipamento de combate a derrame de óleos

Apêndice V, Registo de poluição por óleos e exercícios

Dia/Hora

Local

Tipo

Tripulantes presentes

Apêndice VI, Divisão para trabalho preventivo da poluição

Apêndice VII, Equipas de emergência para poluição por derramamento de óleos.

Comandante: Capitão

Equipa

Função

Responsabilidade

Equipe da ponte

Capitão

Assistente para controlar,fazer registros, manter a vigilância adequada, comando das comunicações

Equipe da recolha

2º Maq.

Manter o contato com o passadiço, responsável pela recolha do combustivel/óleos no convés eno mar

Emergência

Imediato

Manter o contato com a ponte, responsável pela resposta de emergência

Assistente

C/Mestre

Manter contato com a ponte, preparar botes salva-vidas, auxilio de emergência e equipe de recolha

Máquinas

Ch. Máq.

Manter o contato com a ponte, as máquinas operacionais e os combustíveis/óleos a bordo

Apêndice VII, Planos do navio relacionados
1. Arranjo geral

2. Diagramas de tanques de lastro, gasóleo e tubagens

3. Gasóleo, Pontos de lubrificação e sistemas de armazenamento

4. Plano de capacidade dos tanques de gasóleo

Appendix IX, Company Emergency team

Líder da equipa: Fernando Neves

24 horas tel: +238 5200585

Email: dpa@nosferry.cv

Responsabilidades da equipa de emergência da Companhia1. Dar orientações e suporte ao navio em perigo

2. Estar em contacto com o porto e autoridades, companhia de seguros, armador, etc, e corresponder entre si
Keep contact with port and authorities, insurance company, owner agency, Etc, correspondence each other

Procedimentos de resposta à emergência:

Fazer um plano para a emergência

O navio em perigo

Autoridades portuárias, autoridades marítimas, companhia de seguros, departamento de pessoal, etc, em cooperação

Equipa de emergência

Dar orientações e suporte ao navio em perigo

Appendix X, Check-list para emergência

Ação a desenvolver

Sim

Não

Pessoa responsável

Dar o alarme de emergência

Pessoa que descobriu o incidente

Iciar os procedimentos de emergência

O oficial de serviço

Parar operações de abastecimento

O maquinista de serviço

Fechar o manifold

Maquinista

Fechar as ventilações e ar condicionados

Tripulantes de convés

Fechar a ventilação da Casa das máquinas

Tripulação da Casa das máquinas

Identificar a origem do derrame

Tripulação da Casa das máquinas

Remoção de óleos derramados

Equipa de remoção
Collecting team

Uso de absorventes

Capitão/ Equipa de emergência

Reportar

Capitão

Transferência interna de combustível

Equipa das Máquina

Calcular a estabilidade e tensão do navio

Chefe de Máquinas

Em contacto com a assistência em terra

Capitão

Remoção do óleo derramado

Chefe de Máquinas

Preparar os botes salva-vidas

Contra-mestre

Apêndice XI. Procedimentos de bancas

Antes das bancas o C/M consulta-se com imediato, faz o plano de bancas e informa o Capitão

Antes das bancas o Maquinista deve verificar as válvulas e sistema de tubagemAntes do abastecimento, a tripulação do convés deve conectar todos os embornais do convésAntes do abastecimento, a tripulação de convés deve fechar todas as ventilações dos tanquesAntes de abastecer, prepare a farinha de madeira, etc para absorver os derrames;
Deixar livre o sinal de comunicação com o fornecedor de bancasAcordar o abastecimento com o fornecedorExibir a bandeira B e a luz vermelha, se de noiteDurante o abastecimento, monitorize a mudança do nível do combustível;
Monitorize o sistema de tubagem e o ventilação;
Mantenha o navio na posição vertical e nivelado;
Monitorize a superfície do mar;
A pessoa responsável deve manter-se vigilante;
Logo que o derramamento comece, executar os procedimentos de emergência;
Após o abastecimento, verificar a quantidade do depósito e guardar a amostra adequadamente;
Solicitar o relatório de qualidade da banca;
Mencione o derramamento ao desconectar o tubo de abastecimento;
Registar no livro de registos do convés, livro de registos da máquina e no livro de registos de combustíveis.(oil record book);