F/B “MAR D’CANAL”

PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA
TÉCNICAS DE SOBREVIVÊNCIA,PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIOS
Índice interativo
INTRODUÇÃO
Este Manual de Segurança tem a finalidade de proporcionar a toda a tripulação do navio, instruções e informações quanto aos meios de segurança, salvamento e sobrevivência existentes a bordo e sobre o melhor modo de os utilizar.
Com efeito, se a tripulação conhecer bem o seu navio e os meios de salvação de que dispõe bem como a sua correcta utilização, para além dos métodos de sobrevivência e busca, a sua salvação ficará grandemente facilitada em caso de emergência.
O manual destina-se também a servir de fonte de referência e de instrumento de trabalho programada para os tripulantes, quanto a meios de salvação e sobrevivência e sobre o melhor modo de os utilizar no mar.
Todos os equipamentos devem estar sempre em boas condições e disponíveis, para isso foi feito um inventário e elaborado uma manutenção programada.
A salvaguarda da vida de cada tripulante, do navio a sua guarda e da carga que transporta dependerá da forma como cada tripulante conhecer em pormenor todos os ensinamentos contidos neste manual.
CAPÍTULO 2
MAPAS DE VERIFICAÇÃO E INSPEÇÃO
| EQUIPAMENTOS TAREFAS/ACÇÕES |
PERIOCIDADE DAS INSPEÇÕES (DIAS) | ||||||
| 1º semana | 2ºSemana | 3º semana | 4º semana | Proxima inspeção | Doc. Relacionados | ||
| Bocas incêndio/válvulas de corte | Consultar Ficha de inspeção de caixas de incendio, bocas, extintores e central CO2 (Pasta nº 04) | ||||||
| Mangueiras | |||||||
| Agulhetas | |||||||
| Equipamento bombeiro | |||||||
| Conexão internaciona | |||||||
| Sistema fixo de CO2 | |||||||
| Detectores incêndios/sensores | |||||||
| Ventilação forçada | |||||||
| Ventilação natural | |||||||
| Cortes a distânciar (Ventilação) | |||||||
| Portas de fogo | |||||||
| Comandos de alarme | |||||||
| Companhias de alarme | |||||||
| Baterias lanternas de segurança | |||||||
| Sistema de chuveiro | |||||||
| Carga das garrafas de oxigénio | |||||||
| Ventilação natural | |||||||
| EQUIPAMENTOS TAREFAS/ACÇÕES |
PERIOCIDADE DAS INSPEÇÕES (Mensal) | ||||||
| 1º semana | 2ºSemana | 3º semana | 4º semana | Proxima inspeção | Doc. Relacionados | ||
| Baleeiras/mudança de água | Consultar Ficha de inspeção as baleeiras (Pasta nº 04) | ||||||
| Baleeiras /bomba de esgoto | |||||||
| Baleeiras /projetor-bateria | |||||||
| Baleeiras /palamenta | |||||||
| Baleeiras /turcos | |||||||
| Baleeiras/ motor | |||||||
| Bote de resgate/motor | |||||||
| Jangadas pneumáticas/contentor | Consultar ficha de inspeção (Pasta nº 04) | ||||||
| Jangadas pneumáticas/libertador | |||||||
| Jangadas flutuantes | |||||||
| Bóias/homem ao mar | Consultar Ficha de inspeção as Boais salva vidascoletes salva vidas e fatos de imersão (Pasta nº 04) | ||||||
| Bóias /com fachos | |||||||
| Bóias /simples | |||||||
| Bóias /com retinidas | |||||||
| Coletes de salvação | |||||||
| Fatos térmicos | |||||||
| Fatos de Imersão | |||||||
| EPIRB | |||||||
| SART | |||||||
| Sinais pára-quedas | |||||||
| Fachos de mão | |||||||
| Sinais de fumo flutuantes | |||||||
| Aparelho lança -cabos | |||||||
| EQUIPAMENTOS TAREFAS/ACÇÕES |
PERIOCIDADE DAS INSPEÇÕES (DIAS) | ||||||
| 1º semana | 2ºSemana | 3º semana | 4º semana | Proxima inspeção | Doc. Relacionados | ||
| Alarme geral | |||||||
| Iluminação de emergência | |||||||
| Bomba portátil submersível | |||||||
| Baterias | |||||||
| Botas de segurança (pessoal) | |||||||
| Capacetes de segurança (pessoal) | |||||||
| Luvas para manobras (pessoal) | |||||||
| Leme de emergência | |||||||
| Piloto automático | |||||||
| Gerador de emergência | |||||||
| EQUIPAMENTOS TAREFAS/ACÇÕES |
PERIOCIDADE DAS INSPEÇÕES (DIAS) | ||||||
| 1º semana | 2ºSemana | 3º semana | 4º semana | Proxima inspeção | Doc. Relacionados | ||
| Molinete | Consultar Ficha de inspeção e Manutenção do cenves (Checkforme 2.02-MDC) | ||||||
| Cabrestantes | |||||||
| Roletes | |||||||
| Portas estanques/tranquetas | |||||||
| Portas estanques/borrachas | |||||||
| Turcos | |||||||
| Tanques de lastro/sondas | |||||||
| Tanques de lastro/respiradores | |||||||
| Rampa de popa | |||||||
| Embornales | |||||||
| Ventiladores | |||||||
| Ancoras | |||||||
| Cabos de amarração proa/popa | |||||||
| Estado da pintura | |||||||
| Escotilhas/grampos | |||||||
| Escotilhas/borrachas | |||||||
| Inspeções Semanais | Inspeções mensais |
| Baleeiras | Coletes salva vidas |
| Bote de resgate | Fatos de imersão |
| Balças | Auxiliares de proteção termica |
| Alarme geral | iluminação de emergencia |
| Baleeiras | |
| Bote de resgate | |
| Balças | |
| EPIRBs, SARTs, & Radios | |
| Pirotecnicos | |
| Equipamentos de bombeiro | |
| Bóias salva vidas e auxiliares |
CHAMADAS À BALEEIRAS E INSTRUÇÕES DE EMERGÊNCIA
É indispensável muita pratica e o perfeito conhecimento das presentes instruções para que surta o efeito desejado e é, por isso imprescindível que se façam com regularidade os exercícios obrigatórios.
Sinais acústicos em caso de sinistroeInformação geral e acções imediatas
Alarme de incêndio:
O sinal de alarme de incêndio é conforme se segue:
Compainhas de alarme ⇒ Sucessão de toques superior a três com duração de 2 segundos cada
Apito de Navio ……. ⇒ 7 apitos curto
Ao soar este sinal, todos os tripulantes devem, imediatamente, ocupar os seus postos.
Alarme de Abandono de Navio:
O sinal de alarme de abandono é conforme se segue:
Compainhas de Alarme: ⇒ Toque continuo
Apito do navio: ¯ —¯ —¯ —¯ — ⇒ 4 Apitos curtos longo curto
Logo que soar o sinal de abandono, cada tripulante deve, imediatamente comparecer no local de reunião e abandono designado e ser portador do colete de salvação. Ficará sob as ordens do Oficial encarregado da sua equipa.
Os chefes de equipa deverão manter a ordem e providenciar para que as passagens não sejam obstruídas e para que não se dificultar o trabalho de quem esteja preparando o equipamento de abandono.
Deverão verificar se todos estão presentes e munidos de colete de salvação e se as embarcações estão em condições de receber as pessoas a bordo.
3.1 – Generalidades
Não serão lançadas as embarcações nem as jangadas sem ordens expressas do comandante. Apenas em caso extremas serão lançadas as embarcações e as jangadas sem previa ordem do comandante.
Em cada camarote estão afixadas instruções com obrigações que cabem a cada tripulante em caso de sinistro.
Obrigações dos tripulantes:
Todos os tripulantes deverão ter perfeito conhecimento do seguinte:
-
- Localização do seu colete de salvação, dos fatos de imersão e das ajudas de protecção térmica – Como envergar e usar o colete de salvação e fato de imersão
- Como usar as jangadas pneumáticas
- Os seus deveres e obrigações em situação de emergência
- Os sinais acústicos em caso de sinistro
- Qual o melhor caminho para as embarcações de salvamento, bem como as suas localizações
3.2 Abandono do navio
A – Vestir roupa de agasalho
-
-
- È indispensável vestir o máximo possível de agasalhos, de preferência roupa de lã. Se possível por cima, um casaco para frio e um impermeável.
- Se for necessário ir para água ao abandonar o navio, o efeito do frio pode incapacitar a pessoa ou, mesmo, ser-lhe fatal.
- Roupa em excesso reduzirá a perda de calor do corpo, prolongando o tempo de sobrevivência.
-
NUNCA ESQUECER QUE O FRIO É A PRINCIPAL CAUSA DE MORTE E NÃO A FALTA DE ÁGUA OU DE ALIMENTOS
B – Envergar o colete de salvação
-
-
- O colete de salvação tem a finalidade de manter a flutuar quem o enverga, dispensando o esforço de nadar.
- Em caso de inconsciência a cabeça permanece fora de água, com a cara virada para cima, evitando afogamento. Sem colete de salvação até um bom nadador terá dificuldade em permanecer a flutuar. A água fria tem efeitos paralisadores e provoca caíbras nos músculos.
-
C – Preparativos para abandono
-
-
- O sinal de alarme de abandono do navio NÃO é indicação de abandono do navio. No local de reunião, cada tripulante receberá informações sobre a presente situação e sobre as acções a adoptar.
- Cada tripulante deverá, sem perda de tempo e por forma ordeira e sem susto, ocorrer ao local de reunião, logo que soe o alarme.
- Pode ou não ser necessário efectivar o abandono do navio. Em muitos casos, verifica-se que o próprio navio constitui o melhor meio de salvação.
- A ORDEM de abandono do navio é dada pelo Comandante ou por quem o substitua, uma vez que seja concluído ser impossível manter a tripulação a bordo com segurança.
- Enquanto aguarda, a tripulação deverá proceder a preparação das embarcações, jangadas e outros meios de salvação, segundo as instruções recebidas.
- Ao ser dado a ordem de abandono do navio, e só então, os tripulantes deverão entrar na embarcação salva-vidas e /ou nas jangadas.
- Em caso de afundamento do navio, a embarcação de socorro e as embarcações salva vidas devem iniciar imediatamente a busca dos tripulantes e passageiros que não puderam entrar a bordo dos salva vidas.
-
D – Precauções ao saltar para água
Caso se tenha que saltar ou entrar na água, escolher um local apropriado para abandonar o navio.
-
-
- –Assegurar-se de que o colete de salvação ou o fato de imersão estão correctamente envergados/apertados
- – Cruzar os braços sobre o peito e fechar a boca e apertar o nariz com a mão
- – Juntar os pés e manter as pernas direitas
- – Verificar se existe obstáculo ou obstrução por baixo
- – Saltar de pé e olhando em frente
-
E – Acções a adoptarem estando na água
-
-
- Evitar permanecer na agua nem mais um minuto do que o necessário. O arrefecimento do corpo é causado por perda de calor para a água, que se processa mais rapidamente do que pode ser gerado pelo próprio corpo.
- Hipotermia, (exposição do corpo ao frio) processo de perda temperatura docorpo, conduz a inconsciência e finalmente a morte.
- Após ter safo do navio, flutuar o mais quieto possível, sem nadar desnecessariamente, pois nadar provoca perda de calor
- Utilizar o apito preso ao colete de salvação para chamar a atenção de outras. Ainda que não seja visível, o uso do apito pode permitir que outros o localizam. Um grupo é mais facilmente localizavél e dispersa menos calor. A companhia dá mais coragem e segurança.
-
F – Embarque numa embarcação de salvação
Embarcar sem ajuda numa embarcação de salvação é uma operação difícil. Utilizar ao máximo os apoios para os pés e as grinaldas para as mãos, que, conjuntamente com ajuda do colete, dará ao submergir o impulso necessário para sair da água.
G – Acções depois do embarque numa embarcação de salvação
-
- Cortar ou largar a retinida quando todas as pessoas estiverem a bordo.
- Utilizar o canivete de segurança do equipamento de jangada pneumática.
- Largar a âncora flutuante quando estiver livre do navio
- Fechar todas as entradas da jangada quando todas as pessoas estiverem dentro delas.
- Não deixar as pernas e os braços na água, pode haver o perigo de ser atacado sem notar a presença do atacante.
- Na baleeira montar a capota para preservar do frio e da humidade e concentrar o calor gerado pelos ocupantes.
- Cuidar da jangada pneumática. Insuflar o piso para isolar do frio. Areja a jangada por meio de um pequena abertura.
3.3 Rol de Chamada em caso de emergência
O organigrama em caso de emergência constante dos quadros reparte-se por três temas básicos:
Quadro I – Incêndio
Quadro II – Abandono de Navio
Quadro III – Homem ao Mar
E deverá ser utilizado como elemento de trabalho e fonte de informação para enfrentar situações de emergência.
Para cada uma das referidas situações, apresenta a seguinte estrutura:
-
- Atribuição de funções e demarcação de responsabilidades dos grupos de acção.
- Instruções gerais de actuação, com listas de acções a empreenderem.
- Discriminação e localização do equipamento e meios a utilizarem em emergência
ROL DE CHAMADA EM CASO DE EMERGENCIA
INCÊNDIO
| GRUPOS DEINTERVENÇÃO/APOIO | FUNÇÕES / RESPONSABILIDADES DOS MEMBROS DA TRIPULAÇÃO |
| COMANDANTE | Na ponte de comando, dirige as operações |
| IMEDIATO | Chefe da brigada principal. Cuida das manobras de mangueiras e bocas de incêndio. Faz concentrar os extintores e outros materiais contra incêndio em lugares adequados e dirige as fainas para uma rápida extinção do incêndio. |
| CHEFE DE MAQUINAS | Dirige as operações na casa de máquinas, contacto permanente com a ponte através do motorista. Em caso de disparo do CO2 certifica-se que todos os tripulantes abandonaram a casa de máquina. |
| MOTORISTA | Sob as ordens do chefe de Maquinas |
| CONTRA-MESTRE | Equipado com o equipamento bombeiro fica as ordens do Imediato |
| MARINHEIROS E ESTAGIARIOS | As ordens do imediato. Transportam as mangueiras, recorrem aos extintores e equipamentos de bombeiro necessários que se encontram ao alcance. |
| AJUDANTE DE COPA E ESTAGIARIOS | Atendam e tranquiliza os passageiros |
ROL DE CHAMADA EM CASO DE EMERGENCIA
ABANDONO DE NAVIO
| GRUPOS DEINTERVENÇÃO/APOIO | FUNÇÕES/RESPONSABILIDADES DOS MEMBROS DA TRIPULAÇÃO |
![]() |
| COMANDANTE | Na ponte de comando, dirige as operações, no final embarca na baleeira de BB munido de radiobaliza de BB e SART de BB. | |
| IMEDIATO | Dirige as manobras de baleeiras e balsas e para que os passageiros seguem para a coberta de embarque de forma fluida e ordenada a partir do salão e escadas vestidos com coletes de salvação e que ninguém fique nas zonas evacuadas. Em ultima instancia embarca na baleeira de EB munido do EPIRB, SART de EB e rádio de emergência. | |
| CHEFE DE MAQUINAS | Auxilia nas manobras das baleeiras e balsas e em ultima instancia embarca na baleeira de EB | |
| MOTORISTA | Acode nas manobras de arrear as baleeiras e balsas e em ultima instancia embarcam na baleeira de BB. | |
| CONTRA-MESTRE | Acode nas manobras de arrear as baleeiras e balsas e na condução dos passageiros para os lugares de embarque. | |
| MARINHEIROS E ESTAGIARIOS | Dirigem para as baleeiras e preparam para arrear ate a coberta de embarque. Ajudam a conduzir os passageiros e em ultimo instancia embarcam nos respectivos postos. | |
| AJUDANTE DE COPA E ESTAGIARIOS | Atendam e tranquilizam os passageiros. Façam com que todos os passageiros estejam vestidos correctamente os coletes de salvação e em ultima instancia embarcam nos respectivos postos. |
ROL DE CHAMADA EM CASO DE EMERGENCIA
HOMEM AO MAR
| GRUPOS DEINTERVENÇÃO/APOIO | FUNÇÕES/RESPONSABILIDADES DOS MEMBROS DA TRIPULAÇÃO |
| COMANDANTE | Na ponte de comando, dirige as operações. |
| IMEDIATO | Chefe, dirige a manobra de arrear o bote de socorro e embarca munido de VHF. |
| CHEFE DE MAQUINAS | Nas manobras na ponte de comando. |
| MOTORISTA | Embarca no bote de socorro, no motor. |
| CONTRA-MESTRE | Embarca no bote de socorro, boca de vante. |
| MARINHEIROS E ESTAGIARIOS | Marinheiro 1 embarca no bote de socorro, boca de ré, o marinheiro de serviço no leme e os restantes ajudam nas manobras de bote de socorro e localização do sinistrado. |
| AJUDANTE DE COPA E ESTAGIARIOS | Atendem e tranquilizam os passageiros. |
FICHA INDIVIDUAL DO ROL DE CHAMADA NOS COMPARTIMENTOS DATRIPULAÇÃO

3.4. Homem ao Mar
A queda de um homem acontece com bastante frequência, portanto deverão ser tomadas todas as precauções para o evitar.
Quem presenciar ou detectar a queda de homem ao mar, deve, de imediato, e proceder da seguinte forma:
-
-
- Dar o alerta, gritando “homem ao mar por BB ou EB»
- Atirar a água na direcção do náufrago uma boa de salvação
- Mandar avisar a ponte
- Tentar nunca perder de vista o naufrago
- O oficial de quarto deve imediatamente mandar parar a máquina
- Carregar o leme ao bordo onde caiu o homem
- Certificar-se que foi atirada ao mar uma das bóias da ponte (MOB)
- Certificar-se que a embarcação de socorro é preparada para arriar
- Chamar o comandante
-
EQUIPAMENTOS DE SALVAÇÃO INDIVIDUAIS, COLECTIVOS E SINAIS VISUAIS
4.1. Equipamentos de Salvação Individual
Coletes de Salvação:
O termo colete de salvação compreende todo o tipo de equipamento individual, para ser usado no corpo e concebido de maneira a que o indivíduo possa flutuar numa posição horizontal com a boca e nariz fora de água, alem de que devera voltar o corpo inanimado num curto fracção de segundo.
Este equipamento devera ter sempre gravado em tinta indelével o nome do navio, assim coma o porto de registo.
Devem ser feitas relações indicando a localização e quantidades existentes em todos locais de trabalho, camarotes e espaços para passageiros.
Requisitos:
-
- Os coletes de salvação não devem arder ou continuar a arder depois de completamente envoltos em chamas durante 2 segundos
- Qualquer pessoa devera vesti-lo correctamente sem assistência num período inferior a 1 minuto
- Poderão ser usados indiferentemente de um e de outro lado ou iluminando o risco de colocação incorrecta caso seja usado de um só lado
- Deve ser de utilização cómoda
- Permitira que uma pessoa que o vista salte para água de uma altura não inferior a 4,5 metros sem lhe causar danos físicos e que o colete não se desajuste do corpo ou se danifique
- O colete de salvação deve possuir flutuabilidade e estabilidade suficientes para manter a boiar uma pessoa exausta ou inconsciente com a boca fora de água pelo menos durante 120 minutos com o corpo do náufrago inclinado para trás em relação a sua posição.
Como envergar Coletes Salva-Vidas:
-
- Enfia o colete pela cabeça passando os braços pelas tiras laterais
- Puxa as fitas de cima ajustando e amarrando-as seguramente na almofada da frente, de modo a que o colete não saia pela cabeça
- Cruza as fitas inferiores nas costas.
- Aperta-as a frente amarrando-as seguramente debaixo da almofada da frente.
| QUANT. | LOCALIZAÇÃO | OBSERVAÇÕES |
| 23 | Distribuídos pelos camarotes da tripulação | Adultos |
| 03 | Casa de Maquinas | Adultos |
| 03 | Ponte comando | Adultos |
| 48 | Armário A1 Piso 5 EB | Adultos |
| 44 | Armário A2 Piso 5 CT | Adultos |
| 50 | Armário A3 Piso 5 BB (Criança) | Criança |
| 64 | Armário em baixo de escada de acesso coberta nº4 | Adultos |
| 25 | Caixa coletes A5 Coberta nº4 CT | Adultos |
| 27 | Caixa coletes A6 Coberta nº4 (Criança) | Criança |
| 24 | Caixa coletes A7 Coberta BB nº4 | Adultos |
| 24 | Caixa coletes A8 Coberta BB nº4 | Adultos |
| 24 | Caixa coletes A9 Coberta BB nº4 | Adultos |
| 24 | Caixa coletes A10 (Popa) Coberta BB nº4 | Adultos |
| 24 | Caixa coletes A11 Coberta EB nº4 | Adultos |
| 23 | Caixa coletes A12 Coberta EB nº4 | Adultos |
| 23 | Caixa coletes A13 Coberta EB nº4 | Adultos |
TOTAL:
442 coletes de adulto + 52 coletes para crianças, de acordo com certificado de segurança do equipamento:
-
- 23 Coletes nos camarotes
- 04 Coletes para pessoal serviço (2 casa maquina, 2 ponte comando).
- 421 Coletes adultos + 52 coletes crianças Distribuídos para zonas de passageiros (coberta /Piso 4 e 5 respectivamente)
| CARACTERÍSTICAS DA LUZES | |
| Marca: | LALIZAS |
| Tipo: | Intermitente |
Bóias de Salvação
Asbóias de salvação são um meio de salvação individual cuja localização deverá sempre escolhida para que se tornem num meio rápido e eficaz para resgatar qualquer naufrago.
-
-
- uma localização simples, tornando-se assim um meio precioso para ser utilizado apenas por uma pessoa confrontada com uma situação de emergência.
- Todas as bóias de salvação existentes a bordo deverão ter escrito em lugar bem visível o nome do navio bem como o seu porto de registo.
- As bóias de salvação de lançamento não devem ter mais de 800 mm de diâmetro, nem menos de 400mm de diâmetro interior e o peso mínimo de 2,5 Kgs.
- Devem ser feitas relações indicando a localização e quantidades de bóias de salvação existentes a bordo.
-
Algumas destas bóias devem estar municiadas com retinidas flutuantes, sinais luminosos de auto-ignição ou sinais duplos luminosos/fumígenos (MOB), conforme o plano de localização
As retinidas devem:
-
-
- Flutuar e não fazer cochas
- Ter um diâmetro mínimo de 8mm e um comprimento de 30 mts.
- Ter uma força de ruptura de 5 Kn.
-
Sinais Luminosos de Auto-Ignição para Bóia de Salvação
Os Sinais luminosos de auto-ignição, devem:
-
-
- Ser para que não se possam apagar pela água
- Emitir intermitentemente no mínimo 50 relâmpagos por minuto
- Ter fonte de energia capaz de alimentar o foco luminoso durante 2 horas no mínimo
-
Sinal Fumígeno Auto-Activado e Lâmpada de Acendimento Automático
Os sinais fumígenos auto-activos devem:
-
-
- Emitir fumo de cor laranja de grande visibilidade, uniformemente porum período de 15 minutos , em aguas calmas.
- Não inflamar explosivamente ou emitir qualquer chama durante todaa emissão de fumo.
- Emitir fumo mesmo submerso em água por um período mínimo de 10segundos.
-
São acoplados a uma bóia de salvação de queda rápida, colocadas nas asas de ponte que ao serem libertados caem livremente na água. São accionados normalmente pelo oficial de quarto em situação de homem ao mar.
BOIAS DE SALVAÇÃO / SINAIS LUMINOSOS
| PISO | TIPO | ESTADO DABOIA / RETENIDA / FACHO LUMINOSO | OBS: DATAS DE INSPEÇÃO / CERTIFICAÇÃO: |
| Piso 5 / Ponte (asa ponte) | EB – 01 bóia c/facho MOB” | OK | |
| BB – 01 bóia c / facho “MOB” | OK | ||
| Piso/Coberta nº 5 | EB – 01 bóia c/facho | OK | |
| BB – 01 bóia c/facho | OK | ||
| POPA/EB – 01 bóia c/retinida e c/facho | OK | ||
| POPA/BB – 01 bóia c/retinida e c/facho | OK | ||
| EB – 01 bóia simples | OK | ||
| BB – 01 bóia simples | OK | ||
| Piso/Coberta nº4 – popa | EB – 01 bóia c/retinida | OK | |
| BB – 01 bóia c/ retinida | OK | ||
| EB – 01 bóia c/facho | OK | ||
| BB – 01 bóia c/facho | OK |
TOTAL: 12bóias circulares
Fatos de Imersão:
Os fatos de imersão são de dois tipos e devem ser vestidos, sem ajuda, em 2 minutos.
I – Os que permitem colocar coletes de salvação.
II – Os que não concebidos para tal.
NOTA: Os fatos de imersão existentes no navio são do tipo II pois ja possuem flutuabilidade propria
Devem ambos ser estanques, isto é não permitir a entrada de água quando o seu utilizador saltar de uma altura de 4,5 metros para o mar.
Devem permitir a subida e descida numa escada vertical num desnível de 5 metros, e uma movimentação normal num abandono de navio.
Devem permitir nadar numa curta distancia na água e subir para bordo de uma embarcação salva vidas.
Instruções para o uso:
-
-
- Se tiver a cabeça protegida retire a protecção.
- Vista o fato como se tivesse a vestir um vulgar fato de trabalho, por cima da roupa que se tiver vestido.
- Se tiver de sapatos pode ficar com eles.
- Ajustar e apertar as fitas autocolantes dos tornozelos. Caso existam destas fitas nos punhos, deve aperta-las também.
- Colocar a cobertura da cabeça.
- Fechar o fato com o fecho de correr, tendo o cuidado em não morder roupa.
- Entre na água sempre de pés.
-
Instruções para Manutenção:
-
-
- Depois de usado o fato deve ser passado por água doce.
- Secar num cabide para roupa, evitando o calor intensivo.
- Quando necessário lubrificar o fecho de correr com um lubrificante que não contenha compostos de silicone.
-
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QUANTIDADE: |
Localização: |
CARACTERISTICAS DOS FATOS: |
LUZES: |
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19 |
Paiol de Cafetaria |
Solas 74/83 Modelo: McMurdo ISS-590I Série: LINK “CERTIFICADOS” Tamanho: Adulto Universal Peso admissível: 50 Kg-150 kg Fabricante: Stearns Manufacturing CO. |
Modelo: 25-M2 Tipo: sol Solas 83 Validade: Março 2025 |
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OBS:Em bom estado de conservação, Sem inspeção,Pilhas fora de prazo |
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Meio de Protecção Térmica:
Um meio de protecção térmica deve ser feita de material a prova de água e proteger eficazmente o seu utilizador.
Esse meio deve cobrir todo o corpo, menos a face e poder ser desempacotada e vestida sem ajuda, numa embarcação salva-vidas ou bote de socorro. Quando dentro da água deve poder ser despida em menos de 2 minutos e não impedir que o seu utilizador nade.
Sinais Pirotécnicos de Socorro:
Descrição e modo de funcionamento:
-
-
- Cada sinal esta fechado em invólucro estanque, no qual estão impressas instruções ilustrando o modo de uso.
- Os sinais devem ser guardados em lugar secos e protegidos. O seu manuseamento e transporte requer precaução, evitando quedas, pois podem inflamar-se.
-
Facho luminoso de mão:
Função: indicar a posição aos meios de socorro
Alcance visual: 6 milhas
Tempo funcionamento: 60 segundos
Modo de utilização:
1– Rodar o manípulo
2– Desenroscar a tampa
3– Dar um puxão curto a pega de ignição
4– Dirigir para fora de borda e dirigir a favor do vento
Foguete Iluminativo com Pára-quedas:
Descrição: Composto de tubo de lançamento e de foguetão com facho luminoso preso a pára-quedas.
Função: Alertar e indicar a partir do ar, a posição aos meios de socorro que se encontrem a longas distancias.
Alcance visual: 30 milhas quando estiver a 300m de altitude, em noite de céu limpo.
Tempo de funcionamento: 40 segundos
Modo de utilização:
1– Desenroscar a tampa
2- Agarrar a bola
3– Segurar o sinal com firmeza, na vertical e acima da cabeça, olhar para baixo e puxar a bola e verifica-se a imediata ignição do foguetão.
Sinal de fumígeno Flutuante:
Descrição:Sinal flutuante criando fumo intenso, cor de laranja, em nuvem que se espalha na superfície da agua.
Função: Permitir indicar, com luz de dia, a posição.
Visibilidade: Depende das condições de vento
Tempo funcionamento: 4 minutos
Modo Utilização:
1– Retirar a tampa
2– Dar um puxão a argola de percussão
3– Lançar o sinal para borda fora a favor do vento
Sinais Pirotécnicos da Ponte:
Localização:
-
-
- Casa de navegação, dentro do armário a BB.
- Em cada embarcação salva-vidas
- Em cada jangada pneumática
-
| Tipo de pirotécnico | Quantidade: | Marca: | Data de fabrico: | Validade: |
| Sinais Pára-quedas |
6 – Na ponte 0 – Em cada embarcação salva vidas 0 – Em cada jangada pneumática |
P. OROQUIETA | 07/2020 | 01/2024 |
| Sinais de Fumo |
8 – Na ponte 0 – Em cada embarcação salva vidas 0 – Em cada jangada pneumática |
P. OROQUIETA | 07/2020 | 01/2024 |
|
Sinais de Mão |
6 – Na ponte 0 – Em cada embarcação salva vidas 0 – Em cada jangada pneumática |
P. OROQUIETA |
07/2020 |
01/2024 |
4.2. Equipamentos de Segurança Colectivos
Embarcação de Salvamento
As embarcações de salvamento podem ser:
I – Embarcações de salvamento rígidas
II – Embarcações de salvamento insufláveis
III – Embarcações de salvamento semi-rigidas
As embarcações de salvamento constituem pelas suas características próprias de segurança e pela sua mobilidade, o meio por excelência de busca e salvamento a náufragos.
As embarcações de salvamento podem ser rígidos, insufláveis ou a combinação dos dois tipos e o seu comprimento será de 3,8 a 8,5 metros, ser capaz de transportar, no mínimo 5 tripulantes sentados, e mais uma pessoa acamada, ter motor interior ou fora de borda.
A manutenção das embarcações e dos meios de arriamento assume portanto, particular importância. Portanto não proceder a manutenção e reparação é uma das formas de impedir o salvamento.
As embarcações de salvamento insuflados devem resistir quando estivados a céu aberto num navio no mar, e resistir durante 30 dias, flutuando em todas as condições no mar.
A embarcação de salvamento deve estar permanentemente insuflado e em boas condições de operacionalidade.
EMBARCAÇÃO DE SALVAMENTO INSUFLÁVEL
Do seu equipamento destaca-se:
| Quant. | Descrição | Obs: |
| 02 | Remos flutuantes | |
| 01 | Bartedouro flutuante | |
| 01 | Agulha com meios de iluminação próprios | |
| 01 | Boça resistente | |
| 01 | Lanterna estanque com interruptor morse | |
| Vários | Pilhas e lampAdas sobresselentes | |
| 01 | Apito ou instrumento equivalente | |
| 01 | Caixa a prova de agua, com primeiros socorros | |
| 02 | Retinidas flutuantes de 30 mts no mínimo | |
| 01 | Projector | |
| 01 | Reflector de radar eficiente | |
| 02 | Ajudas térmicas | |
| 01 | Navalha de segurança | |
| 02 | Esponjas | |
| 01 | Bomba manual de esgoto eficiente | |
| 01 | Conjunto de reparação de emergência | |
| 01 | Gato de segurança | |
| 01 | Bomba de ar manual |
| EMBARCAÇÃO DE SALVAMENTO Características: |
|||
| Quantidade | Localização | Marca | Modelo |
| 1 | Coberta nº5 a EB | Zodiac Internacional | RB6E – DS95 |
| Série | Peso bruto (Kg) | Comprimento (m) | Capacidade (Kg) |
| 4173 | 165 | 4,7 | 680 |
| Code | Nº Série | Nº pessoas | Data fabrico |
| XDC | 66766 | 6 | 05/12/95 |
As baleeiras são o meio de salvação por excelência, a par da sua apreciável resistência, com uma estabilidade notável, tem todos os meios de locomoção próprios (motor e remos), que lhes permite movimentações fáceis para a recolha de naufrágos.
No máximo de dois meses todo o conjunto Baleeira, os turcos todo poleame, cabos e guincho devem ser inspeccionados.
Há também que ter o cuidado de fazer uma manutenção preventiva dos seus órgãos de arriamento a agua portanto o plano de lubrificação deste conjunto tem de ser cumprida.
As próprias baleeiras deverão ser arriadas a água de três em três meses.
Sequencia de Operações para:
Manobra para Arrear Baleeiras
-
-
- Desimpedir os cabos de suspenso
- Desestivar a baleeira
- Amarrar folgadas as bocas da proa e da popa
- 4-Desprender a baleeira, arrear até ao patim de embarque e imobilizá-la
- Embarcar os tripulantes, os passageiros e levar o emissor de emergência, colocando um tripulante a proa e a popa para afastarem a baleeira do costado
- Desprender as boças e arrear a baleeira, certificando-se de que não falta ninguém de que a lotação não está excedida
-
Manobra para Recuperar e Estivar a Baleeira:
-
-
- Aproximar a baleeira a perpendicular dos turcos
- Amarrar muito as folgadas as boças da proa e da popa
- Desembarcar os tripulantes, excepto três pelas escadas de costado
- Fixar os cabos de suspensão
- Içar a baleeira, afastando-a do costado, até o patim
- Desembarcar os três tripulantes
- Içar a baleeira até os limitadores, concluindo manualmente o içamento
- Estivar a baleeira convenientemente
- Verificar o equipamento, repondo as faltas
-
O F/B MAR D´CANAL possui 2 baleeiras situadas na Coberta nº4 a EB e BB com capacidade de 65 pessoas cada
INVENTÁRIO DO EQUIPAMENTO DAS BALEEIRAS
| QUANT. | DESCRIÇÃO | ESTADO | OBSERVAÇÕES | |||||
| BOM | SUF | N/TEM | ||||||
| 4 | Bujões com fiel | |||||||
| 1 | Leme com cana de leme | |||||||
| 1 | Lâmpada no topo da cobertura | |||||||
| Sim | Dispositivo para captar agua de chuva | |||||||
| 01 | Escada ao interior da embarcação | |||||||
| 02 | Cabos de atracação AV e AR | |||||||
| 02 | Talhas de aperto contra o costado | |||||||
| 04 | Remos flutuantes | |||||||
| 01 | Remo de esparrela | |||||||
| 04 | Forquetas ligados a embarcação por fiel | |||||||
| 02 | Croque | |||||||
| 01 | Vertedouro | |||||||
| 02 | Baldes | |||||||
| 01 | Manual de sobrevivência | |||||||
| 01 | Agulha de governo com iluminação | |||||||
| 01 | Ancora flutuante com bóia de arinque | |||||||
| 02 | Boca fixada a proa e popa | |||||||
| 02 | Machadinhas AV e AR | |||||||
| 02 | Depósitos de agua doce | |||||||
| 01 | Copo graduado inoxidável | |||||||
| 01 | Lanterna eléctrica estanque para sinal Morse | |||||||
| 01 | Heliografo | |||||||
| 01 | Quadro de sinais de salvamento | |||||||
| 01 | Apito | |||||||
| 01 | Farmácia em recipiente a prova de agua | |||||||
| 01 | Navalha multi-usos ligada por fiel | |||||||
| 03 | Abre-latas | |||||||
| 01 | Bóias de salvação c/retinida flutuante | |||||||
| 01 | Bomba de esgoto manual | |||||||
| 01 | Jogo de apetrechos de pesca | |||||||
| 01 | Projector | |||||||
| 01 | Reflector radar | |||||||
| 07 | Ajudas térmicas | |||||||
| Não | Rações | |||||||
| 04 | Sinais para quedas | |||||||
| 06 | Fachos de mão | |||||||
| 02 | Sinais fumígenos | |||||||
| 01 | Motor | |||||||
| 01 | Deposito de óleo para motor | |||||||
| 01 | Jogo de ferramentas sobresselentes | |||||||
| 01 | Extintor | |||||||
| 02 | Cabo flutuante para rebocar jangadas | |||||||
FARMÁCIA DAS BALEEIRAS
BALLEIRAS DE EB/BB
As baleeiras devem estar equipadas com medicamentos e utensílios abaixo indicados, em função da capacidade das mesmas.
| DESCRIÇAO | QUANT. | VALIDADE | OBSERVAÇOES |
| Comprimidos aspirina | 50 | ||
| Comprimidos de bicarbonato de sódio | 70 | ||
| Comprimidos analgésicos | 30 | ||
| Comprimidos contra enjoo | 50 | ||
| Pomada antisseptica | 03 | ||
| Pomada analgésica e antipruriginosa | 02 | ||
| Amoníaco (ampolas) – caixa de 6 unidades | 02 | ||
| Agua oxigenada | 02 | ||
| Álcool puro | 02 | ||
| Pensos preparados para feridas (embalagem de 10) | 03 | ||
| Pensos rápidos | 01 cx | ||
| Compressas esterilizada (embalagem de 5) | 05 | ||
| Ligaduras de crepe – 7,5cmx4cm | 05 | ||
| Ligaduras de crepe – 7cmx5cm | 05 | ||
| Ligaduras de tronco 15cmx4,5cm | 04 | ||
| Lenço triangular | 03 | ||
| Algodão | 04 | ||
| Adesivo estreito | 03 | ||
| Garrote | 02 | ||
| Tesoura de bicos redondo | 01 | ||
| Alfinetes de segurança | 12 | ||
| Jogos correntes de tala | 05 |
Jangadas Pneumáticas
Generalidades:
As jangadas pneumáticas podem ser de dois tipos:
I – As que são lançadas ao mar nos invólucros e se insuflam automaticamente
II – As que se insuflam a bordo e se arreiam ao mar com as pessoas lá dentro.
-
-
-
- As primeiras devem estar preferencialmente numa rampa, munida de disparador hidrostático.
- As segundas, equipadas com gato de suspensão, devem estar estivadas num suporte e são arreadas no mar por um pescante apropriada que só deve ser utilizada para este fim.
- Os mecanismos de disparo hidrostático servem para fazer com que a jangada se liberte dos seus cabos quando estiver submersa entre 1,5 e 3,7 metros. Quando a jangada dispuser de disparador hidrostático, só será fixada com cintas que podem ser libertadas com este mecanismo.
- Quando o navio se afunda, o invólucro da jangada pneumática ficará a flutuar uma vez disparado o mecanismo de disparo hidrostático e jangada insuflar-se-á quando a pressão feita pelo cabo fizer funcionar o mecanismo de disparo da garrafa de insuflação da jangada, ficando pronta a ser utilizada.
- Depois de abandonarem o navio, as jangadas pneumáticas devem ser agrupadas e amarradas uma nas outras com duas amarras, com pelo menos 10 metros de comprimento. Proceder-se-a a recuperação de náufragos que estejam no mar, distribuindo-as equitativamente por todas as embarcações.
- A melhor maneira de fazer subir um naufrago para uma jangada é coloca-lo de costas para esta e, de seguida, se for possível, submergi-lo em sentido perpendicular, de modo que a flutuabilidade natural do corpo, juntamente com o colete de salvação, lhe dêem o impulso necessário para que os seus ombros ultrapassem a jangada, ao emergir, agarra-lo por debaixo dos braços e puxa-lo para dentro.
- A primeira precaução a ter com os náufragos será reanimar e assistir os feridos, limpando o óleo do corpo e, dentro do possível, secando-os e cobrindo-os com roupa seca.
- A bateria de iluminação da jangada, que funciona por imersão em água salgada, deverá desactivar-se durante o dia e guardar-se seca e limpa até anoitecer.
- Os vigias não só se dedicarão a vigilâncias externas atendem também a vigilância interna sobretudo detectar e reparar as avarias no corpo da balsa
-
-
Âncoras flutuantes
As âncoras flutuantes são muito úteis para manter-se no mar a bordo das embarcações miúdas. Consistem em sacos de lona forte de forma cónica de mais ou menos de metro e meio de comprimento com uma abertura que tem cerca de quarenta centímetros de diâmetro.
-
-
- Em quatro pontos da abertura vão cozidos uns (pés de galo) os quais irão manilhado um cabo atado ao bote ou na balsa.
- Amarradas pela popa nos botes salva vidas mantêm a este proa ao mar e diminui o movimento de cabeçada.
- Amarrada pela proa nos botes salva-vidas permitem aproximar uma praia com vagas, evitando que o bote atravessa ao mar.
- Nas balsas salva-vidas é absolutamente preciso usar as âncoras flutuantes para impedir o movimento de rotação que adquiririam sem elas pela acção do vento e das ondas.
- Nas balsas salva-vidas pode variar o ponto de fixação da âncora flutuante ate encontrar melhor posição da abertura do toldo em relação ao vento e ao mar.
- Nas âncoras flutuantes em caso de mau tempo, ficam amarradas os distribuidores de óleo para acalmar o mar.
-
Regime nas embarcações:
Numa situação de emergência é fundamental conservar a calma e a serenidade. Será função da pessoa ao comando da embarcação organizar a vida a bordo dela.
O comando da embarcação distribuirá as tarefas a cumprir. Estas tarefas podem ser:
-
-
- Vigilancia exterior.
- Vigilancia interior.
- Tarefas de manutenção.
-
Vigilancia exterior:
Deve prestar atenção a situação das outras embarcações, do estado do vento e mar, do estado da âncora flutuante, da presença de navios ou aeronaves de salvamento, etc.
Vigilância interior:
Deve comprovar a estanquiedade da embarcação; nas balsas insufláveis, do estado da balsa de possíveis perdas de ar que deve ser reparada imediatamente.
Manutenção:
Uso do transmissor/receptor de rádio, esgoto de água na embarcação, reparação de averías. Etc.
Distribuição de alimentos e bebidas
-
-
- Incluirá também a distribuição de comprimidos contra o enjoo.
- Cuidado de feridos e doentes.
- Durante a permanência a bordo das embarcações de sobrevivência, os náufragos procurarão conservar as suas energias.
- Se fará todo possível para abrigar as pessoas dos efeitos do vento e do sol. Usarão os toldos para o efeito.
- Algumas balsas insufláveis têm o piso insuflável também. Em tempo frio se mantêm insuflado e, em tempo quente se mantêm desinsuflado
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Instruções para arreamento das Jangadas
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- Quando for dada a ordem, lança pela borda fora a balsa salva-vidas.
- Antes do seu lançamento certifica de que a boça fica fortemente atada ao navio. Se não ficar preza adequadamente, se perderá a balsa salva-vidas. A boça é utilizada para insuflar a balsa salva vidas e para mantê-la ao costado do barco.
- Certifica de que a zona de lançamento se encontra livre de pessoas ou obstáculos.
- Depois do lançamento, puxa de uma maneira contínua da boca ate que a balsa de salvamento se insufla. Terá pelo menos 36 metros de boça dentro do contentor e da balsa de salvamento, que tem de ser tirado para que insufle.
- Espera ate o seu completo enchimento (com a capota levantada) antes de embarcar. O embarque prematuro pode impedir um insuflado adequado.
- Evite, o máximo possível o roce da balsa salva-vidas contra o costado do barco. Com isso impede a deterioração do material da balsa de salvamento.
- Se for possível, embarca no bote salva-vidas sem entrar na água.
- É importante, ser possível, não entrar na água para reduzir os efeitos do frio.
- Saltar sobre a balsa pode causar-te danos ou a alguém que está dentro e poderia danificar a capota.
- Nuncasaltes sobre a capota de uma balsa salva-vidas. Enquanto esperas que embarquem os outros evita o roçar da balsa contra o costado do barco.
- Se for necessário entrar na água, escolhe um lugar apropriado para abandonar o barco, tendo em conta os seguintes pontos:
-
Deriva do navio:
-
-
- O navio pode ir a deriva sobre ti mais rápido do que tu podes separar do mesmo nadando
- Situação de qualquer embarcação de sobrevivência na agua.
- Recorda que uma embarcação de sobrevivência, pode ir a deriva muito mais rápido que você nadando.
- Se não estivesse uma embarcação de sobrevivência disponível seria preferível abandonar o navio desde a proa ou desde a popa para livrar-se do navio com maior facilidade. Seria difícil separara-se do navio o centro devido a deriva do mesmo.
- Estado do mar.
- Outros perigos: por exemplo, combustível ardendo.
-
Embarque numa embarcação de salvação:
Embarcar sem ajuda numa embarcação de salvação é uma operação difícil. Utilizar ao máximo os apoios para os pés e cabos de segurança para as mãos, os mesmos juntamente com a flutuabilidade do colete, dará ao submergir o impulso necessário para se sair da agua.
Acção a tomar depois de embarcar numa embarção de salvação:
-
-
- Cortar ou largar a boça quando estiverem todos a bordo. Utiliza a faca de segurança do equipamento da jangada pneumática.
- A faca de segurança encontra-se estivada perto das entradas das jangadas pneumáticas e a sua forma evita danos na jangada.
- Manobra para ficar livre do costado ou obstáculos.
- Evita-se riscos de danificar a embarcação de sobrevivência ficando livres de obstáculos.
- Largar a âncora flutuante quando estiver livre do navio.
-
As embarcações de sobrevivência podem derivar rapidamente. A âncora flutuante reduz a velocidade de deriva facilitando a busca. Nas balsas salva-vidas mantenha as entradas das mesmas formando ângulos rectos com a direcção das condições do tempo e ajuda a manter a estabilidade das jangadas.
-
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- Fechar as entradas da jangada quando todo o pessoal estiver dentro.
- Monta a capota no bote salva-vidas, o que protege do frio e da humidade e guarda o calor gerado pelos ocupantes.
- Cuidar da jangada pneumática.
- Insuflar o piso como isolamento do frio, esgota a agua e revista caso houver danos ou escapes de ar. Ventila a jangada pneumática mediante una pequena abertura.
- Tomar comprimidos contra o enjoo o mais depressa possível.
-
A maior parte da gente incluído os marinheiros mais experientes mareiam nas embarcações de sobrevivência o que leva consigo a perda de fluidos do corpo e a incapacidade.
Processo de enchimento de uma balsa salvavidas
Principios fundamentais para viver numa jangada peumatica:
1. Manter a disciplina
2. Espremer a roupa e tornar a vestir
3. Manter a jangada seca
4. Ler o livro de instruções
5. Encher o duplo fundo com ar
6. Fechar a cortina exterior
7. Pôr vigia
8. Tomar comprimidos para enjoo
9. Não romper a jangada
10. Poupar a água doce
11. Não beber água salgada
12. Não se cansar
13. Não se expor ao sol
14. Poupar os pirotécnicos
15. Não tomar bebidas alcoólicas
16. Não fumar
Principios para sobreviver
Sem ter em conta a proximidade dos serviços de busca, deve-se agir, desde logo, para preservar a vida de qualquer ameaça imediata, deve-se pois, proteger, afastando-se dos perigos maiores e mais próximos, sem este cuidado, só com muita sorte poderás sobreviver.
A protecção dos náufragos bem como a sua localização são mais importantes do que a falta de água, já que é possível sobreviver sem esta durante dias ou semanas.
NÃO TENTAR AFASTAR-SE DA ÁREA ONDE O NAVIO SE AFUNDOU
A busca de sobreviventes começará na última posição conhecida do navio.
As embarcações salva-vidas devem manter-se juntas para proporcionar uma maior mancha de localização, permitindo ao mesmo tempo uma melhor partilha de ajuda para sobreviver.
Os sinais de socorro (fachos de mão e foguetes de socorro) devem-se usar espaçadamente e somente quando pareça que os mesmos possam ser vistos, também o equipamento de rádio de emergência para embarcações salva-vidas devem-se transmitir as mensagens de emergência seguindo as instruções, de modo que os salvadores possam receber os mesmos sinais.
Estaçôes de jangadas pneumáticas
No “Mar d´Canal” consta cinco (5) estações de Balsas pneumáticas, as quais se encontram localizados nas cobertas 4 e 5 a EB e a BB em agrupados de 3 e 4 Balsas pneumáticas para um total de 427 pessoas.
Delas constam as que são lançadas ao mar nos invólucros e se insuflam automaticamente e as que se insuflam a bordo e se arreiam com as pessoas dentro.
Também consta com uma balsa de resgate por cada estação.
Localização: Piso 5 a BB
|
GRUPO Coberta Nº5 BB |
CARACTERISTICAS | BALSA “A” | BALSA “B” | BALSA “C” | BALSA “D” |
| Fabricante | Viking | Viking | Viking | Viking | |
| Tipo | 25DK+ | 25DK+ | 25DK+ | 25DK+ | |
| Nº de Série | 12550957 | ________ | 12547544 | 1255046 | |
| Lotação | 25 Pessoas | 25 Pessoas | 25 Pessoas | 25 Pessoas | |
| Equip.Emergencia | |||||
| Comp. da retinida | |||||
| Nºserie garrafas gás | |||||
| Disparador Hidrostático | |||||
| Dispara | |||||
| Inspeccionado | 08/2022 | 08/2022 | 08/2022 | 08/2022 | |
| Próxima inspecção | 08/2023 | 08/2023 | 08/2023 | 08/2023 |
|
GRUPO Coberta Nº5 BB |
CARACTERISTICAS | BALSA “E” | BALSA “F” | BALSA “G” | BALSA “H” |
| Fabricante | Viking | Viking | Viking | Viking | |
| Tipo | 25DK+ | 25DK+ | 25DK+ | 25DK+ | |
| Nº de Série | 1254_748 | 12547542 | 12550949 | 12547541 | |
| Lotação | 25 Pessoas | 25 Pessoas | 25 Pessoas | 25 Pessoas | |
| Equip.Emergencia | |||||
| Comp. da retinida | |||||
| Nºserie garrafas gás | |||||
| Disparador Hidrostático | |||||
| Dispara | |||||
| Inspeccionado | 08/2022 | 08/2022 | 08/2022 | 08/2022 | |
| Próxima inspecção | 08/2023 | 08/2023 | 08/2023 | 08/2023 |
Localização: Piso 5 a EB
|
GRUPO Coberta Nº5 EB
|
CARACTERISTICAS | BALSA “P” | BALSA “Q” | BALSA “R” | BALSA “S” |
| Fabricante | Viking | Viking | Viking | Viking | |
| Tipo | 25DK+ | 25DK+ | 25DK+ | 25DK+ | |
| Nº de Série | 12550952 | 12550944 | 12550950 | __________ | |
| Lotação | 25 Pessoas | 25 Pessoas | 25 Pessoas | 25 Pessoas | |
| Equip.Emergencia | |||||
| Comp. da retinida | |||||
| Nºserie garrafas gás | |||||
| Disparador Hidrostático | |||||
| Dispara | |||||
| Inspeccionado | 08/2022 | 08/2022 | 08/2022 | 08/2022 | |
| Próxima inspecção | 08/2023 | 08/2023 | 08/2023 | 08/2023 |
|
GRUPO Coberta Nº5 EB |
CARACTERISTICAS | BALSA “T” | BALSA “U” | BALSA “V” | BALSA “X” |
| Fabricante | Viking | Viking | Viking | Viking | |
| Tipo | 25DK+ | 25DK+ | 25DK+ | 25DK+ | |
| Nº de Série | ______________ | 12552881 | 125475433 | “12550948” | |
| Lotação | 25 Pessoas | 25 Pessoas | 25 Pessoas | 25 Pessoas | |
| Equip.Emergencia | |||||
| Comp. da retinida | |||||
| Nºserie garrafas gás | |||||
| Disparador Hidrostático | |||||
| Dispara | |||||
| Inspeccionado | 08/2022 | 08/2022 | 08/2022 | 08/2022 | |
| Próxima inspecção | 08/2023 | 08/2023 | 08/2023 | 08/2023 |
Localização: Piso 4EB junto a tomada de Energia terra do Navio
|
GRUPO Coberta Nº4 Escada da popa EB |
CARACTERISTICAS | BALSA “I” | BALSA “J” |
| Fabricante | Viking | Viking | |
| Tipo | 25DK+ | 25DK+ | |
| Nº de Série | H150902 | R110802 | |
| Lotação | 25 Pessoas | 25 Pessoas | |
| Equip.Emergencia | |||
| Comp. da retinida | |||
| Nºserie garrafas gás | |||
| Disparador Hidrostático | |||
| Dispara | |||
| Inspeccionado | 06/2022 | 06/2022 | |
| Próxima inspecção | 06/2023 | 06/2023 |
Localização:Piso 4 àPopa a BB
|
GRUPO Coberta Nº4 Popa BB |
CARACTERISTICAS | BALSA “M” | BALSA “N” | BALSA “O” | BALSA “O” |
| Fabricante | Viking | Viking | Viking | Viking | |
| Tipo | 25DK+ | 25DK+ | 25DK+ | 25DK+ | |
| Nº de Série | V030502 | G170102 | S140802 | R120802 | |
| Lotação | 25 Pessoas | 25 Pessoas | 25 Pessoas | 25 Pessoas | |
| Equip.Emergencia | |||||
| Comp. da retinida | |||||
| Nº serie garrafas gás | |||||
| Disparador Hidrostático | |||||
| Dispara | |||||
| Inspeccionado | 06/2022 | 06/2022 | 06/2022 | 06/2022 | |
| Próxima inspecção | 06/2023 | 06/2023 | 06/2023 | 06/2023 |
Localização:Piso 4, Popaa EB
|
GRUPO Coberta Nº4 EB |
CARACTERISTICAS |
BALSA “Z” |
BALSA “W” |
BALSA “Y” |
|
Fabricante |
Viking |
Viking |
Viking |
|
|
Tipo |
25DK+ |
25DK+ |
25DK+ |
|
|
Nº de Série |
S170802 |
P190802 |
P130802 |
|
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Lotação |
25 Pessoas |
25 Pessoas |
25 Pessoas |
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|
Equip.Emergencia |
||||
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Comp. da retinida |
||||
|
Nºserie garrafas gás |
||||
|
Disparador Hidrostático |
||||
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Dispara |
||||
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Inspeccionado |
06/2022 |
06/2022 |
06/2022 |
|
|
Próxima inspecção |
06/2023 |
06/2023 |
06/2023 |
25 Balsas pneumáticas com capacidade total para 427 pessoas.
08 Jangadas flutuantes grandes localizadas na Piso 4 a EB e BB com capacidade para 20 pessoas cada.
01 Jangada flutuante pequena localizada na Piso 4 com capacidade de 08 pessoas.
Busca, Recuperação e Salvamento
Pedido de Socorro
O envio de alerta de socorro via rádio, de forma atempada e nas frequências de socorro adequadas, bem como o uso dos outros meios existentes a bordo, é essencial ao êxito da busca e salvamento, a desencadear pelos meios de terra e pelos navios nas imediações.
O alerta de socorro, indicando que o navio está em perigo e necessitando de assistência imediata, conterá um relato rápido, concreto, preciso e conciso.
O Comandante de um navio transmitirá o alerta de socorro quando:
a) O seu próprio navio ou outro nas proximidades, que não possa emitir o alerta, esteja em perigo.
b) O navio em perigo necessitar de mais auxilio do que aquele que lhe está sendo prestado no momento.
O alerta de socorro só será emitido quando o comandante o ordenar.
Chamada de socorro em radiotelefonia
MAYDAY MAYDAY MAYDAY
AQUI
NOME DO NAVIO
INDICATIVO DE CHAMADA
Mensagem de socorro
A mensagem de socorro conterá as indicações necessárias à avaliação externa da situação, nomeadamente:
a) Posição do navio (latitude e longitude)
b) Natureza do acidente ou perigo
c) Tipo de assistência requerida
d) Qualquer outra informação relevante
Após a transmissão, deve-se aguardar, com calma as instruções do centro que coordenará as operações de busca e salvamento.
Ao receber um alerta de socorro, a estação costeira encaminhá-lo-á para o referido centro.
Entretanto deverão ser activados EPIRB e SART.
Equipamento de rádio de emergência
Todos os navios tem a bordo equipamento de rádio transmissor portátil para, que em caso de abandono do navio, serem colocados a bordo de uma das baleeiras.
Desse equipamento devem ser divulgados:
-
- Descrição, marca e modelo
- Instruções de utilização devidamente plastificados
- Forma de manutenção
- Exercícios de treino
- O responsável por operar o equipamento
- O responsável pelo seu embarque
Todos os oficiais da tripulação deverão saber operar o equipamento de rádio de emergência
-
- O equipamento de rádio deve estar guardado na ponte, em sítio seguro e acessível e ser facilmente transportável para baleeira.
- O sinal de alarme deverá ser enviado particularmente durante os períodos de silêncio isto é: para os 2182 KHz aos 3 minutos a seguir às horas e meias horas e para 500 KHz aos 3 minutos a seguir aos quatro e três quartos de hora.
- O oficial responsável por operar o equipamento deverá inteirar-se de toda a situação para poder agir em conformidade.
- Emitida a mensagem com toda a calma deve aguardar instruções da estação que controlará a busca e salvamento.
Montagem a bordo de embarcações salva vidas:
-
- Montar a antena fixando-a na proa até à popa passando-a pelo topo do mastro com o cuidado de a mesma ficar isolada e não ter contacto com qualquer objecto.
- Liga a antena ao terminal do aparelho
- Solta o fio de terra e deita-o ao mar
- Coloca as manivelas e segue as instruções do fabricante.
Aparelho lança cabos
Existe a bordo quatro aparelhos lança cabos com cabos de 250 metros cada.
Trata-se de um aparelho que se aponta a um alvo, em terra ou noutra embarcação, quando disparado arrasta um cabo que se destina a alcançar o alvo pretendido.
Instrução de utilização do aparelho lança cabos
-
- Retirar a tampa
- Tirar o nó de segurança
- Apontar em direcção ao alvo
- Para finalizar girar a empunhadeira para direita ao para esquerda
| MARCA: | COMET |
| QUANTIDADE: | 4 |
| LOCALIZAÇÃO: | Guardados na casa de Navegação, dentro do Armário da mesa de cartas lado EB |
| DATA FABRICO: | |
| VALIDADE DOS FOGUETES: | |
| VALIDADE DO COTENTOR E CABO: | |
| DATA DA ULTIMA INSPECÇÃO: | |
| OBERVAÇOES: |
EPIRB –Radiobaliza de Localização de Sinistros por Satélite
Principio de funcionamento
A radiobaliza de localização (EPIRB) emite quando activada sinais para os satélites do sistema COSPAS/SARSAT, nas radiofrequências de 406,025 MHz e 121,5 MHz.
Os sinais recebidos, em ambas as frequências, por um satélite, quando este passa no alcance da radiobaliza em funcionamento, são identificados e permitem a transmissão para uma estação terrena de satélite (LUT) de informação sobre o navio.
Descrição e Características:
O aparelho é portátil, flutuante e dispõe de antena, indicador luminoso (LED) e luz estroboscópica de funcionamento e bateria. O invólucro e estanque até a profundidade de 10 metros e tem impressas instruções de utilização.
Libertador hidrostático:
O aparelho é provido de libertador hidrostático, que se liberta quando submerso. Ao atingir 2 aos 4 metros de profundidade, verifica-se a sua separação do suporte, subida à superfície e activação automática.
Deve ser substituído cada 2 anos.
Bateria:
Encontre-se na parte inferior do aparelho. Tem duração de 4 anos, estando o prazo de validade marcado na própria bateria.
Modo de instalação:
A radiobaliza fica instalada em suporte próprio, juntamente com o libertador hidrostático, deste modo, é evitada activação indevida.
Deve ser mantida em local desimpedido e afastado de estruturas e objectos metálicos. Para não limitar a sua eficácia.
Modo de funcionamento:
A EPIRB pode ser accionada manualmente mas esta preparada para ser activada automaticamente pelo libertador hidrostático.
Quando em funcionamento emite para um satélite um código constituído pela identificação e nacionalidade do navio. Em seguida o satélite envia esse código para as estações MRCC (Mission Controle Center), ficando estas a saber qual o navio em perigo e a sua posição.
NUNCA ACTIVAR DESNECESSÁRIAMENTE A EPIRB
| LOCALIZAÇÃO: |
|
| INSTRUÇÕES: |
OPERAÇÃO AUTOMATICA: Montado no suporte, liberta-se automaticamente e começa a transmitir assim que mergulhada na agua do mar. OPERAÇÃO MANUAL: Retirar a radiobalizado suporte e para ligarpartir o selo desegurança existente no fundo do equipamento retirando em seguida a cavilha desegurança. Para desligar coloque o comutador na posição “OFF” e introduza a cavilha. |
| TESTE: |
Retire o equipamento do suporte e inverta a posição da radiobaliza (interruptor de teste paracima). Coloque o comutador na posição “TESTE”, durante pelo menos 30 segundos, verifique se aluz acende e se mantêm acesas. |
| EPIRB 1: (interior ponte comando) | EPIRB 2: (exterior ponte comando) | ||
| Marca: | McMurdo | Marca: | McMurdo |
| Modelo: | E3A | Modelo: | E3A |
| Nº Série: | 66-1389 | Nº Série: | 66-1334 |
| I.D : | 9C0905D34D34D1 | I.D : | 9C0905D34D35D1 |
| DISPARADOR: | DISPARADOR: | ||
| Marca: | HRU | Marca: | HRU |
| Validade: | ??? | Validade: | ??? |
| BATERIA: | BATERIA: | ||
| Validade: | ??? | Validade: | ??? |
OBS: Para montagem de suporte e substituição de bateria consultar o manual do operador.
Esta radiobaliza tem uma duração de emissão de aproximadamente 48 horas.
SART – Respondedor de Radar de Localização de Sinistros
Meio auxiliar de busca salvamento. Deverá ser ligado após envio de alerta de socorro e da activação de EPIRB.
Função:
Permitir a localização, pelos radares de aeronaves ou embarcações de busca e salvamento, de navio ou salva-vidas em que o SART se encontre instalado.
Principio de funcionamento:
O SART emite sinais na banda X (frequência de 9,2-9,5 GHZ), quando interrogado por radar de unidade de busca e salvamento.
O eco no indicador de radar, na unidade de busca e salvamento consiste em 12 pontos em linha ou traços ou anéis completos, conforme a distancia a que se encontre.
Descrição:
O receptor-emissor SART, para instalação quer abordo do navio quer em salva – vidas, é portátil e dispõe de indicador luminoso (LED) e avisador sonoro de funcionamento, bateria e dispõe de 1 metro de cabo, com gato para suspensão na jangada. Tem impressas instruções de utilização. O aparelho é flutuante e flutuante até a profundidade de 1 metro.
Bateria:
Encontra-se na parte inferior do aparelho. Tem a duração de 4 anos, estando o prazo de validade marcado no aparelho.
Modo de instalação:
-
-
- Deverá ficar na vertical
- O mais elevado possível
- O mais afastado possível de objectos metálicos
- Instalado em suporte próprio
-
Modo de funcionamento:
-
-
- O indicador luminoso (LED) pisca uma vez por segundo quando o aparelho está activado.
- O avisador sonoro começa a emitir ritmicamente quando o aparelho se encontra ao alcance do radar 3 cm, instalado em embarcação ou aeronave.
- Se o som for continuo, tal significa que esta se encontra perto e recebendo o sinal de forma continuada.
-
Activar o SART:
-
-
- Quebrar o selo do interruptor
- Puxar o pino de travamento e assegurar-se que o comutador fica na posição ON.Ouve-se um beepe o aparelho fica em stand-by, o que é indicado pelo piscar da luz avisadora
-
Desactivar:
-
-
- Para desactivar o aparelho, colocar o comutador para a posição OFF e recolocar o pino de travamento e a luz avisadora cessa de piscar.
-
Testar o SART:
-
-
- Para testar o aparelho, colocar o comutador na posição TEST, ouve-se um beep e a luz avisadora fica a piscar
-
SART- RESPONDEDORES DE RADAR 9 GHz
| QUANTIDADE: | Existem 2 aparelhos, estando um em cada bordo da ponte. |
| MARCA: | JOTRON |
| MODELO: | TRON SART |
| Nº DE SÉRIE: | 5942 (EB) / 5425 (BB) |
| TIPO DE BARERIA: | X – 96978 |
| VALIDADE: | ?????? |
| Nota: | As instruções de funcionamento e teste estão impressas nos aparelhos |
| Observações: | Testados, boas condições de funcionamento |
|
Data: _______ _______ _______ |
OOficial Imediato _____________________ |
Visto do Comandante _____________________ |
PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIOS
INTRODUÇÃO
Este texto pretende estabelecer os fundamentos em se devem basear-se os responsáveis de uma luta contra incêndios par, no lugar de emergência, avaliar, confinar e extinguir com êxito um incêndio, utilizando os recursos disponíveis com uma eficácia razoável. Não obstante tem que ter em conta que os grandes incêndios apresentam problemas complexas, e que não existem duas situações iguais, sendo que cada uma apresenta sua s próprias características. Por este motivo não se pode pretender oferecer soluções praticas e lógicas aos numerosos e diferentes problemas que pode aparecer em um incêndio.
Cada problema exige sua própria solução e requer o necessário conhecimento profissional e a habilidade de pensar clara e logicamente debaixo de pressão que se ponhe uma emergência. O êxito e o fracasso de uma luta contra incêndios depende da capacidade dos responsáveis de avaliar a situação, sopesar os diferentes factores que intervêm, aplicar os princípios básicos adequados, decidir que acções que tomar, formular um plano de acção e comprovar que este se executa de forma rápida e eficaz.
O metedo mais lógico e pratico de avaliar uma situação complexa é a sua simplificação em partes relativas que deverão, ser examinadas e estudadas de forma individual.
5.1 – Teoria Básica do Fogo
Conceito de Fogo –é uma reacção químico envolvendo combustível e comburente, com desprendimento de luz e calor.
Conceito de incêndio– é o fogo que foge do controle do ser humano, com tendência a se alastrar e causar danos.
O Triangulo de Fogo –O triângulo de fogo é uma abstracção geométrica criada para facilitar a compreensão do processo de combustão.
Pontos notáveis da Combustão
Ponto de Fulgor – é a temperatura mínima em que os vapores combustíveis emanados de um corpo, queimam descontinuamente, aproximando-se um agente de natureza externo, cessando-se o processo com a retirada do agente externo.
Ponto de Inflamação –é a temperatura mínima na qual os vapores combustíveis emanados de um corpo, ao entrarem em contacto com o agente ígneo externo, continuam a queimar mesmo com o afastamento deste agente externo.
Ponto de Ignição –É a temperatura mínima na qual os vapores combustíveis emanados de um corpo, entram em combustão apenas ao contacto com o oxigénio do ar, independente de qualquer agente de natureza externo.
Origem da Temperatura de Ignição
Térmica –a energia se obtém de uma fonte de calor.
Química – a energia é produzida como consequência de uma reacção química do tipo exotérmica.
Eléctrica – a energia se produz por um fenómeno físico de carácter mecânico (compressão, atrito, etc.).
Nuclear – a energia é produzida como consequência de um processo de cisão de núcleos de átomos radioactivos.
Manifestação dos incêndios
Foco da Ignição
Segundo o foco de ignição, distinguem-se os seguintes tipos:
Incêndio de foco plano: aquele produzido sobre planos horizontais, tais como tanques, paióis, etc.
Incêndio de foco vertical: aquele produzido sobre planos verticais, tais como anteparas, portas etc.
Incêndio de foco inclinado: aquele produzido sobre planos inclinados, como é o caso de um incêndio em rampa.
Proporção
Segundo a proporção, distinguem-se os seguintes tipos:
Incêndio incipiente (ou principio de incêndio): é o início de um foco de incêndio, podendo ser extinto por um ou mais aparelhos extintores portáteis.
Pequeno incêndio:é um incêndio que exige pessoal e material especializado, podendo ser extinto com facilidade, sem apresentar risco imediato de propagação. Ex: incêndio em um camarote.
Médio Incêndio: é aquele que necessita de um socorro básico de incêndio para sua extinção, alem de apresentar grande perigo de propagação. Ex: incêndio em um tanque de carga.
Grande incêndio: apresenta elevado risco de propagação e extensa área atingida, exigindo mais de um socorro básico de incêndio para sua extinção.
Incêndio Extraordinário: é aquele provocado por fenómenos da natureza ou por bombardeiros: Ex: terramotos, erupções vulcânicas, bombardeio de cidades pela aviação militar em tempo de guerra.
5.2 – Classes de Fogos
De acordo com a natureza do material em combustão estabelece-se a seguinte classificação:
Classe A – Fogos que resultam da combustão de matérias sólidos
Ex: madeira, carvão, têxteis.
Classe B – Fogos que resultam da combustão de líquidos ou sólidos liquidificáveis
Ex: Óleos, massas lubrificantes, gasolina,vernizes,ceras.
Classe C – Fogos que resultam da combustão de gases.
(Ex: acetileno, butano, hidrogénio etc.)
Classe D – Fogos que resultam da combustão de metais e de algunsplásticos.
(Ex: sódio , potássio urânio etc.)
5.3 – O Combate ao Incêndio
A – Processos de Extinção
A extinção de um incêndio consegue-se isolada ou conjuntamente:
Pelo efeito do arrefecimento, fazendo baixar a temperatura.
Pela dispersão, que consiste na separação física do combustível
Pelo efeito de abafamento ou asfixia, através da redução da percentagem de oxigénio no meio ambiente (para menos de 15%)
Pelo efeito da inibição, que é uma acção que provoca a alteração da composição química da chama, inibindo a sua formação e interrompendo portanto o fogo.
B – Agentes Extintores
Os agentes extintores são fundamentalmente:
Agua (pode ser em forma de jacto, chuveiro, vapor) – È o agente extintor mais eficaz nos fogos de classe A.
Espumas – Age por resfriamento e abafamento, excelente no combate aos fogos das classes A e B. Por ser a base de água não deve ser usada na classe C.
CO2 – Age por abafamento é utilizável nos fogos de classes B e C.
Pó Químico – Age por abafamento e por interrupção da reacção em cadeia, utilizável nos fogos de classe B, e pode ser usado na classe C.
Hálon – Extremamente eficaz no combate aos fogos de classe B e C.
Actuação com o Extintor
-
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- Aproximar-se do foco de incêndio progressiva e cautelosamente
- Dirigir o jacto para a base das chamas
- No caso do combustível ser líquido, evitar uma pressão muito forte na sua superfície impedindo o alargamento da área afectada.
- Varrer lentamente, toda a superfície incendiada
- Actuar sempre no sentido do vento
- Avançar quando estiver seguro que o fogo não o envolverá.
- Dar por terminada a sua intervenção, apenas depois de se assegurar que o incêndio não se reacender
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C– A Detecção
O incêndio constitui um dos perigos mais graves que ameaçam os navios, principalmente quando a navegar uma vez que não se pode contar com ajuda exterior, tendo que ser o navio e a sua tripulação auto-suficientes.
As casas de máquinas, os porões são zonas dos navios onde a probabilidade de ocorrência de incêndios são elevados, também não podemos deixar de referir como causas de incêndio o erro humano, por inadvertência, por desconhecimento ou por desleixo na manutenção dos equipamentos e por frequente descuido na observância das normas de prevenção. Torna-se importante uma correcta detecção, de modo a localizar o incêndio e fazer actuar os meios de extinção apropriados para o combate assim serão menores os efeitos destruidores.
A detecção faz-se fundamentalmente através de:
-
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- Meios humanos
- Meios automáticos – instalação de detecção automática
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O objectivo fundamental de um sistema deste tipo é avisar o homem do perigo de incêndio de forma a permitir a sua intervenção no momento em esse perigo é, geralmente, ainda insignificante.
Em geral um Sistema Detecção Automática de Incêndios é constituído por:
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- Os Detectores
- Um Dispositivo de alarme
- Uma Central de Sinalização e Comando
- Fontes de Alimentação
- Equipamentos de Repetição e Transmissão a Distancia
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D – A Extinção
Logo após a detecção do incêndio há que:
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- Dar o alarme
- Não o deixar alastrar
- Combater
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Os meios utilizados na extinção de incêndios a bordo dos navios são muito diversos, podendo ser divididos em equipamentos fixos, móveis e portáteis.
Tendo em conta a sua naturezao ataque ao incêndio, pode ser feito através de:
1 – Extintor Portátil
É um equipamento importante e o de utilização no ataque inicial.
È assim um aparelho manejável que deve ser usado em qualquer momento sobre qualquer inicio de incêndio.
Para que se encontre em permanentes condições de funcionamento, torna-se necessário proceder a sua revisão periódica de acordo com as instruções do construtor.
O número e a localização destes equipamentos estão de acordo com o Plano de Segurança do Navio.
Os equipamentos e encontram-se assim distribuídos:
| Nº | Tipo | Peso | Localização | Modelo | Última Inspeção |
| 1 | PÓ QUÍMICO | 9 KGS | Ponte Comando EB | Exfaex | 05/2022 |
| 2 | PÓ QUÍMICO | 9 KGS | Ponte Comando BB | Exfaex | 05/2022 |
| 3 | PÓ QUÍMICO | 9 KGS | Chaminé Falso | Exfaex | 05/2022 |
| CO2 | 5 KGS | Chaminé Falso | Exfaex | 05/2022 | |
| 4 | PÓ QUÍMICO | 2 KGS | Baleeira 1 | Exfaex | 05/2022 |
| 5 | PÓ QUÍMICO | 2 KGS | Baleeira 2 | Exfaex | 05/2022 |
| 6 | PÓ QUÍMICO | 2 KGS | Cafetaria/ Bar | Exfaex | 05/2022 |
| 8 | PÓ QUÍMICO | 9 KGS | Salão Passageiros Proa/EB | Exfaex | 05/2022 |
| 9 | PÓ QUÍMICO | 9 KGS | Salão Passageiros Proa/BB | Exfaex | 05/2022 |
| 10 | PÓ QUÍMICO | 12 KGS | Salão Passageiros Popa/EB | POWDER | 05/2022 |
| 11 | PÓ QUÍMICO | 9 KGS | Salão Passageiros Popa/BB | Exfaex | 05/2022 |
| 12 | PÓ QUÍMICO | 6KGS | Escada acesso salão passageiros – Proa | Exfaex | 05/2022 |
| 13 | PÓ QUÍMICO | 12 KGS | Corredor WC-Popa | POWDER | 05/2022 |
| 14 | PÓ QUÍMICO | 12 KGS | Entrada casa CO2 | POWDER | 05/2022 |
| 15 | PÓ QUÍMICO | 9 KGS | Entrada casa CO2 | Exfaex | 05/2022 |
| 16 | PÓ QUÍMICO | 9 KGS | Casa Máquina – Proa/EB-Escada |
Exfaex | 05/2022 |
| 17 | PÓ QUÍMICO | 6 KGS | Casa Máquina – Proa/EB | Exfaex | 05/2022 |
| 18 | PÓ QUÍMICO | 9 KGS | Casa Máquina – CT/EB | Exfaex | 05/2022 |
| 19 | PÓ QUÍMICO | 12 KGS | Casa Máquina – CT/BB | POWDER | 05/2022 |
| 20 | PÓ QUÍMICO | 12 KGS | Casa Máquina – CT/BB | POWDER | 05/2022 |
| CO2 | 5 KGS | Casa Máquina – CT | Exfaex | ||
| 21 | PÓ QUÍMICO | 9 KGS | Casa Máquina – Proa/EB | Exfaex | 05/2022 |
| 22 | PÓ QUÍMICO | 9 KGS | Casa Máquina – Proa/EB | Exfaex | 05/2022 |
| 23 | PÓ QUÍMICO | 50 KGS | Casa Máquina – CT/EB | Exfaex | 05/2022 |
| 24 | PÓ QUÍMICO | 9 KGS | Paiol Sprinkler EB | Exfaex | 05/2022 |
| CO2 | 5 KGS | Máquina do leme | Exfaex | 05/2022 | |
| 25 | PÓ QUÍMICO | 9 KGS | Paiol Máquina | Exfaex | 05/2022 |
| 27 | PÓ QUÍMICO | 12 KGS | Garagem PP/BB | POWDER | 05/2022 |
| 28 | PÓ QUÍMICO | 12 KGS | Garagem PP/BB | POWDER | 05/2022 |
| 29 | PÓ QUÍMICO | 12 KGS | Garagem PP/EB | POWDER | 05/2022 |
| 30 | PÓ QUÍMICO | 12 KGS | Garagem PP/EB | POWDER | 05/2022 |
| 31 | PÓ QUÍMICO | 12 KGS | Garagem CT/EB | POWDER | 05/2022 |
| 32 | PÓ QUÍMICO | 12 KGS | Garagem CT/EB | POWDER | 05/2022 |
| 33 | PÓ QUÍMICO | 9 KGS | Garagem PR/EB | Exfaex | 05/2022 |
| 34 | PÓ QUÍMICO | 9 KGS | Garagem PR/EB | Exfaex | 05/2022 |
| 35 | PÓ QUÍMICO | 9 KGS | Cozinha | Exfaex | 05/2022 |
| 36 | PÓ QUÍMICO | 9 KGS | Compartimento TK 3 – Entrada cozinha | Exfaex | 05/2022 |
| 37 | PÓ QUÍMICO | 9 KGS | Compartimento TK4 | Exfaex | 05/2022 |
| 38 | PÓ QUÍMICO | 9 KGS | Compartimento TK4 | Exfaex | 05/2022 |
| 39 | PÓ QUÍMICO | 9 KGS | Alojamento PP – Corredor Senhoras | Exfaex | 05/2022 |
| 40 | PÓ QUÍMICO | 9 KGS | Compartimento TK2 | Exfaex | 05/2022 |
| Coberta 1 |
Coberta 2 |
Coberta 3 |
Coberta 4 |
Coberta 5 |
| Coberta 1 |
5.4 – Sistemas Fixos de Extinção de Incêndio
É definido como uma instalação permanente de protecção contra incêndios.
Tem como elementos componentes básicos:
-
-
- Um deposito onde se armazena o agente extintor
- Uma canalização de distribuição do agente extintor
- Dispositivos de descarga do agente extintor.
-
Tipos de Sistemas Fixos de Extinção de incêndios
Redes de Incêndio
-
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- Sistema de Borrifo
- Sistema fixo de Espuma
- Sistema fixo de dióxido de carbono (CO2)
- Sistema fixo de gás inerte
- Sistema fixo de pó químico seco
-
Classificação quanto ao agente extintor:
Líquidos: – Redes de incêndio
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- Sistema de borrifo automático (sprinklers)
- Sistema fixo de espuma
-
Gasosos: Sistema fixo de dióxido de Carbono
Sólidos: Sistema fixo de pó químico seco
Redes de incêndio
-
-
- A rede de incêndio consiste em um sistema de canalizações que alimentam tomadas de incêndio e sistemas de borrifo.
- A rede de incêndio garante o fornecimento de água a qualquer ponto do navio em que se possa originar um incêndio.
- A água do mar é aspirada através de válvulas de fundo por bombas, designadas por bombas de incêndio e baldeação visto utilizarem o mesmo circuito.
- Quando o navio se encontra atracado e em caso de emergência, a rede pode ser conectada com redes de terra por intermédio da conexão internacional de terra.
-
As bocas de incêndio são instaladas na rede de incêndio, as quais estarão localizadas dentro das caixas de incêndio ou próximas a elas, juntamente com uma ou duas secções de mangueira, um agulheta e uma chave de mangueira.
| Numeração | Quant. | Localização |
| 01 | 01 | Piso 5 – EB |
| 02 | 01 | Piso 4 – BB |
| 03 | 01 | Piso 4 – Salão de passageiros – Proa/EB |
| 04 | 01 | Piso 2 – Garagem – Popa/BB |
| 05 | 01 | Piso 2 – Garagem – Popa/EB |
| 06 | 01 | Piso 2 – Garagem – Centro/BB |
| 07 | 01 | Piso 2 – Garagem – Proa/BB |
| 08 | 01 | Piso 2 – Garagem – Proa/EB |
| 09 | 01 | Piso 1 – Compartimento Tanque 2 |
| 10 | 01 | Piso 1 – Compartimento Tanque 3 |
| 11 | 01 | Piso 1 – Compartimento Tanque 3 |
| 12 | 01 | Piso 1 – Compartimento Tanque 4 |
| 13 | 01 | Piso 1 – Paiol Tanque Sprinklers “Compartimento 9” |
| 14 | 01 | Piso 1 – Casa Máquina – EB “junto a porta corta fogo” |
OBS:São 16 tomadas de incêndio, as quais estarão localizadas dentro das caixas de incêndio ou próximas a elas, juntamente com uma mangueira, um esguicho e uma chave de mangueira.2 conecções internacionais localizados na coberta nº4 e na ponte comando, no armário de EB.
2.2 – Sistema fixo de CO2
Os sistemas fixos de CO2 são instalações a bordo com a finalidade de saturar com esse gás a atmosfera no interior dos compartimentos que, normalmente, apresentam maior risco de incêndio.
-
-
- A extinção do incêndio se dá por abafamento.
- A sua utilização a bordo se dá quando o incêndio for considerado fora de controle da tripulação.
-
Os sistemas fixos de CO2 encontrados a bordo podem ser de dois tipos:
1 –Inundações totais de compartimentos protegem uma grande praça (ex: praça de maquinas e porões de carga).
2 –Aplicação local – protege um pequeno compartimento ou um determinado equipamento (ex.: paiol de tintas).
Um sistema fixo de CO2 é composto por:
-
-
- Rede
- Cilindros de armazenamento
- Cabeças de descarga
- Mecanismo de controlo
-
Para a utilização desse sistema há que observar os seguintes cuidados:
-
-
- Evacuação de todo o pessoal do compartimento
- Parar o sistema de ventilação
- Desligar os diversos equipamentos
- Isolar totalmente os compartimentos afins de evitar perdas
-
Sistema fixo de CO2
O disparo do sistema fixo de CO2, encontra-se a Estibordo junto ao acesso da casa das máquinas na garagem, e o paiol de CO2, encontra na escada de saída da casa das máquinas para Piso 3
1 –Caixa de disparo, sistema de inundação total de CO2
Instruções:
Ao abrir a porta soará o alarme na casa das máquinas, parando a ventilação de forma automática:
1 – Assegurando que não haja ninguém no local aonde vai a inundar com CO2, posteriormente se encerrarão todos os acessos e condutas de ventilação.
2– Girar a válvula de passagem 90º, posicionando-a perpendicular a linha da canalização.
3– Disparar as garrafas de CO2 tirando a anilha
4 – Uma vez extinguindo o incêndio tem de efectuar uma ventilação exaustiva do local antes de permitir o aceso a zona.
2- Paiol de CO2 – 6 garrafas de CO2 de 45Kg dispostas em bateria.
Sistema de Borrifamento Automático (Sprinkler)
O sistema automático de borrifamento é uma instalação constituído por uma rede de encanamentos suspensos onde estão ligados chuveiros automáticos (sprinklers) cuja válvula de abertura (ampola) é sensível ao calor.
Em caso de incêndio, só actuam os chuveiros que tiverem sido abertos pela acção da temperatura.
Qualquer sistema de borrifamento automático deverá ser capaz de entrar imediatamente em funcionamento a qualquer momento, não sendo necessária qualquer acção por parte da tripulação para coloca-lá em funcionamento.
Em princípio, o sistema deverá ser do tipo canalização molhada isto é sob pressão de água, porem nos espaços de carga, a canalização deve ser seco, sendo accionado pela tripulação quando se julgar necessário, portanto os chuveiros não possuam válvula de abertura (ampola) sensível ao calor.
A principal limitação dos sistemas fixos de combate a incêndios com água nos navios, particularmente nos navios ro-ro e ferries, é o perigo de inundação e eventualmente a perda de estabilidade. Por esse motivo é imprescindível que o navio possua um sistema eficiente de drenagem.
Portas
As portas encontradas a bordo dos navios podem ser portas estanques e portas de incêndio.
As portas estanques têm a finalidade de impedir o alagamento do navio, enquanto que as portas de incêndio têm a finalidade de impedir o alastramento de fumaça e fogo.
A resistência de portas de fogo deverá, no que for possível, ser equivalente à da antepara divisória em que ela estiver instalada.
|
PORTAS DE INCÊNDIO |
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Quantidade: 02 Portas de Incêndio Localização/Funcionamento: 1- Alojamento de Popa (Entre secção Nº3 e secção Nº4). Pode ser comandado a distância da garagem a prôa ladoEB, e do local. Fechar – Girar a alavanca para a posição fechar, bombaraté que a luz de fechado acenda. Abrir – Girar a alavanca para a posição abrir, bombar atéque a luz de aberto acenda. 2 – Casa Máquinas (acesso Maquina de Leme) Pode ser comandado a distancia da Ponte Comando e daCasa de Máquina. Fechar – Pressionar o botão de fechar até que a luz dede fechado acenda no painel. Abrir – Pressionar o botão de abrir até que a luz deaberto acenda no painel |
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PORTA ESTANQUE |
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| Nº | Localização | ||
| PE 1 | Garagem, acesso Passageiros PR/EB | ||
| PE 2 | Garagem acesso passageiros CT | ||
| PE 3 | Garagem entrada paiol tintas PR/EB | ||
| PE 4 | Garagem acesso passageiros PP/EB | ||
| PE 5 | Entrada casa maquina | ||
| PE 6 | Garagem saída emergência Paiol tintas CT/BB | ||
| PE 7 | GaragemPR/BB | ||
| PE 8 | Acesso alojamentos de proa | ||
| PE 9 | Acesso alojamentos de popa | ||
| PE 10 | Acesso paiol tintas PP/EB | ||
| PE 11 | Acesso Piso 4, corredor WC | ||
| PE 13 | Acesso casa de CO2 | ||
| PE14 | Acesso Piso 4 | ||
EQUIPAMENTO BOMBEIRO
(equipamento de protecção individual)
O equipamento bombeiro deverá consistir de:
-
-
- 1 Fato protector de calor
- 1 Par de botas de borracha1 Par de luvas de borracha
- 1 Capacete rígido
- 1 Lanterna de segurança
- 1 Machado
- 1 Aparelho de respiração autónoma
- 1 Cargas sobresselentes – garrafas
- 1 Cabo de segurança com gato
- 1 Cinto de segurança
-
EQUIPAMENTO DE BOMBEIRO
O F/B Mar D`Canal possui 2 equipamentos de bombeiro:
| Equipamento de Bombeiro nº1 | |
| Localização | Constituição |
| Guardado numa caixa junto a escada de acesso a coberta nº4 | 1 Fato de alumínio 1 Pé de cabra 1 Marreta 1 Berbequim e broca 1 Machado 1 Filtro para mascara 1 Par de botas de borracha 1 Flash Light1 Cinto de segurança 1 Aparelho de respiração autónoma 1 Pares de luvas 1 Cabo de segurança 4 Garrafas de ar comprimido |
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Equipamento de Bombeiro nº2 |
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Localização |
Constituição |
| Guardado na ponte de comando num armário a BB |
1 Fato de alumínio |
ORGANIZAÇÃO NO COMBATE A INCENDIOS A BORDO
A garantia de uma actuação eficaz perante uma situação de emergência a bordo, deve ser baseada em primeiro lugar na prevenção, que implica medidas gerais e específicas de cada navio.
As distintas acções de prevenção a bordo podem ser divididas em:
Planificação – Elaborar um plano de emergência a bordo, com base no estudo dos riscos a bordo, na análise das consequenciais, na determinação dos meios disponíveis para enfrentar as situações e na definição da organização dos meios humanos para coordenação e actuação das distintas operações.
2- Organização – A tripulação é distribuída pelos diversos grupos, de acordo com as necessidades e com o número de tripulantes.
| GRUPO DECONTROLO DEMAQUINAS | GRUPO DECOORDENAÇÃO |
| GRUPO DEINTERVENÇÃODO CONVÉS | GRUPO DEINTERVENÇÃO DA CASA MAQUINA | GRUPO DEAPOIO |
Formação e Treino da Tripulação
É um dos elementos essenciais para garantia da segurança a bordo de um navio para que os tripulantes se possam familiarizar e ganhar competências efectivas em contacto directo com os equipamentos de segurança do navio e com situações reais que o navio proporciona. Os objectivos essenciais da formação e do treino são:
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- – Prevenir os acidentes
- – Minimizar os riscos
- – Actuar correctamente perante situações de emergência
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| MAPA GERAL DE EXERCICIOS DE SEGURANÇA | |||
| Nº | DESIGNAÇÃO DO EXERCÍCIO | PERIODICIDADE | |
| 01 | Postos de abandono | ||
| 02 | Incêndio no convés | ||
| 03 | Incêndio nos alojamentos | ||
| 04 | Incêndio na casa maquina | ||
| 05 | Incêndio na garagem | ||
| 06 | Incêndio no salão | ||
| 07 | Homem ao mar/bote resgate | ||
| 08 | Baleeira/arrear | ||
| 09 | Jangadas pneumáticas | ||
| 10 | Entrada/saída espaços fechados | ||
| 11 | Maquina de leme/leme de emergência | ||
| 12 | Portas estanques | ||
| 13 | Equipamentos 1º socorro | ||
EXECUÇÃO E AVALIAÇÃO DE EXERCICIOS DE SEGURANÇA
| Designação do exercício: |
| Planeamento/Descrição/Modos de proceder |
| 2 – Avaliação/Conclusões |
| 3- Proposta de melhoramento |
| CHECK Nº | ACÇÕES | SIM | NÃO |
| 1 | Emitir sinal sonorro alarme geral | ||
| 2 | Ordem de abandono do Comandante – coordena | ||
| 3 | Verificar iluminação estações de abandono – noite | ||
| 4 | Tripulantes para estações de abandon em conformidade com listas posto abandono – verificar presenças | ||
| 5 | Controlar encaminhamento passageiros para estações reunião /abandono- verificar presenças | ||
| 6 | Incutir calma e confiança aos passageiros, motivando-os para o sucesso da operação de abandono | ||
| 7 | Verificar vestuario e modo como coletes salvação estão vestidos – tripulantes | ||
| 8 | Verificar vestuario e modo como coletes salvação estão vestidos – passageiros | ||
| 9 | Verificar tripulante que por tarefa o epirb | ||
| 10 | Preparar baleeiras | ||
| 11 | Preparar jangadas | ||
| 12 | Embarque de passageiros nos meios de salvação | ||
| 13 | Embarque tripulantes nos meios de salvação | ||
| 14 | Embarque do comandante nos meios de salvação |
